briga de galos
rafael 29/01/2008 20:55
sarticodorna@hotmail.com
google

briga de galo nao e proibido por que quando eles nassen eles nassen brigando entao e isso e eu tamben qurio galo de briga e sou fan de quen briga tanbem


]


a briga de galo é um esporte assiste qeum quer
marcos vinicius 22/02/2008 13:29
bacterialindo@hotmail.com

se a briga de galo é errado pq os juizes advogados e promotores, delegados. gostam do esporte?

pense nisso!!!!

vlw :)


quanta ignorância e hipocrisia
bruno 28/04/2008 12:57
bruno_pachu@hotmail.com

Cara, quanta baboseira?Nem tive paciência de ler tanta ignorância em um único texto.Li apenas o título e a parte dos treinamentos e fiquei indignado, supreso e ao mesmo tempo aliviado.Supreso por ver como a televisão(globo) consegue alienar as pessoas e indignado porque, como é que você se atreve abordar um assunto no qual é totalmente leiga.Primeiramente você conhece algum galista para afirmar que todos são indivíduos de personalidade pervertida e sádicos?você mente quando fala dos treinamentos também , que pelo menos eu não executo nenhum.E quanto aos treinamentos todo animal que participa de competições sempre pratica, aliás isso faz muito bem à saúde deles e eles adoram, se não, eles não seriam tão mansos com seus donos e aliviado também por saber q as pessoas que se opõem são assim como você, que tem a opinião formada através da televisão, ou seja, totalmente leiga e ignorante.
Mas na verdade se um galista fizer uma caridade ele está errado, porque qualquer atitude nossa está errada.
Agora porque tu não vai olhar a situação dos pintos de granja.sim, aquele que está todo dia no seu prato,que se tem outro bicho que sofre mais eu desconheço.
Aqui em casa come primeiro minha família, depois meus pupilos(meus galos) e depois o que sobrar eu como.
Mas deixa eu te dar um conselho vai caminhar, sim!praticar um treinamento assim como nossos galos, para ver se tira a gordura do seu cérebro.


Incompetência
Ronaldoc 29/04/2008 20:20

Dra vou colocar algumas informações que a Sra esqueceu, no entanto, essas são totalmente verdadeiras: 95% dos galos de briga existentes são destinados às rinhas, dessa forma, podemos concluir que acabar com as rinhas é promover a extinção da espécie; 100% da avicultura de corte mundial tem genética de galo de briga, dessa forma, podemos concluir que a preservação do galo combatente é de suma importância para o desenvolvimento da avicultura de corte brasileira (no interior do país as pessoas umildes utilizam o galo de briga para cruzamentos com galinhas comuns visando o aumento do peso e da rusticidade. Foi daí que surgiu a galinha caipira e o galo indio gigante); Galistas não são bandidos e sim 1.000.000 de preservadores da espécie que têm ou tiveram contato com o meio rural e se identificaram com a criação dessas aves cuja existência no Brasil data de 500 anos; Os galos de briga não sofrem durante o treinamento para os combates, pois esses animais são tratados como atletas e não terão êxito a base de maus tratos; Um frango de granja vive 45 dias e, após, será sumariamente executado e um galo de briga vive no mínimo um ano da forma mais natural possível para preservar a sua rusticidade e terá a chance que animal de corte nenhum tem que a de lutar por sua vida e poder viver por mais de oito anos como reprodutor; Muitos países tentaram acabar com a briga de galos mas nenhum conseguiu, pois sempre esbarram em uma cultura milenar e na extinção de uma espécie altamente valorosa; Mitos países competentes desenvolveram legislações específicas estabelecendo regras que redusem a violência nos combates e protegem o galo de briga (como exemplo o que ocorre no campeonato europeu); e Considerando as mudanças climáticas da atualidade, alguns países desenvolvidos, como exemplo, os Estados Unidos, incentivam a criação de galos de briga para que seja preservado o patrimômio genético necessário a proteção do rebanho avícola de corte.
Proibir a briga de galos e a criaçõ de galos de briga é decretar a extinção da espécie e isso, além de uma grande burrice, vai de encontro a nossa constituição. O Brasil precisa tomar uma atitude competente e regulamentar a briga de galos e a criação dos galos de briga, estabelecendo regras para preservação e desenvolvimento desses animais. Obs.: Muda a sua fonte de informações sobre esse assunto pois 80% do que a sra. escreveu não é a realidade.


BOM TRABALHO
Ronaldoc 30/04/2008 11:34

Quero elogiar o trabalho de todos os que elaboraram os pareceres jurídicos aqui apresentados, em função do êxito obtido. A polícia está atuando nas rinhas e nos criatórios multando e, na maioria dos casos, exterminando os animais apreendidos. O extermínio ocorre por ordem de autoridade ou por falta de conhecimento da polícia sobre o manejo dos galos de briga. Animais são amontoados ou amarrados juntos e, em função da natureza belicosa, a destruição é total. O interessante é que tudo isso é para proteger e preservar a espécie. A mídia também está fazendo a sua parte com muita eficiência, filmam ou fotografam os animais destruidos e dizem que já estavam assim quando foram apreendidos. Se a coisa continuar dessa forma em breve os galos de briga brasileiros seram extintos, no entanto, vale lembrar que isso vai de encontro a Constituição brasileira que preve a obrigação do governo em preservar o patrimônio genético nacional. Crio meus animais da melor forma possível, possuo reprodutores e matrises com mais de cinco anos de idade. Não consigo entender o que justifica a polícia vir a minha casa, pegar os meus animais e leva-los para o sacrifício para que fiquem protegidos.


galos de rinha
cesar 03/05/2008 18:28
andres.combatentes@yahoo.com.br

Boa tarde a você que por ventura possa ser contra
as rinhas de galos.

Vivemos em um pais onde as pessoas vivem e respiram hipocrisia. Vemos todos os dias em todos os canais de comunicação,pessoas se espancando em lutas que são cha-
madas de esporte,onde seres humanos,gladiam como verda-
deiros animais em prol da satisfação de muitos que se
beneficiam do jogo ou melhor apostas,e todos acham bonito...
e normal, mesmo sabendo que esses gladiadores podem sair
de seu combate com sérias fraturas.
NINGUÉM FAZ NADA...

Vemos todos os dias nos mesmos canais de comunicação
pessoas,seres humanos,morrendo em hospitais
postos de saúde,por falta de atendimento,negligência...
NINGUÉM FAZ NADA...

Temos crianças sendo exploradasa nas ruas de várias
formas,temos idosos precisando de remédio,agasalho.
Bem no contesto geral poderia eu passar a tarde si-
tando verdadeiros absurdos,nos quais não se vê melhora
ou simples mudanças.Sabemos que isso jamais vai acabar.
Como também o jogo em cassa-níqueis e jogo de bicho.Sabemos também que não existe um jogo de azar maior que os jogos realizados pela caixa econômica federal,pois muitas vezes a população toda joga e ninguém ganha.Porque perceguir algo que poderia ajudar muito na saúde e educação do povo BRASILEIRO.
Tudo deve ser tachado e controlado.


GALOS DE RINHA
CASSA-NÍQUEIS
JOGO DE BICHO
CASSINOS

Pódem trazer muitos benefícios a população.
Se não for liberado aqui o nosso dinheiro vai para fóra do pais onde é liberado e existem tambem cassinos
ficando com muito que poderia estar aqui...

A natureza do galo é lutar,bicos de prata são usados para proteger o bico natural.
As espóras de aço são usadas porque pódem ser desinfetadas e não soltam residuos bem o advérso da espóra natural.


Devemos muitas vezes usar oque paresse ruim em favor
daqueles que nessecitam,pois nunca vai parar,é como tóxico,pode até diminuir mais acabar nunca.

Tenho 38 anos e galos desde os 07,vou morrer sendo
galista.Existem aproximadamente 3 milhões de galistas
só no Brasil,em média 30 galos por pessoa,90 milhões
de galos comendo 100 gramas de milho por dia para cada.
Esse imposto pago por nós galistas todos os dias
para onde será que vai???



RESULTADO
RONALDOC 07/05/2008 14:03

É o que acontece quando o governo toma decisões impensadas.



Galos degolados no Sul pela policia.
Galos degolados no Sul pela policia.



preservar
MJCOSTA 02/06/2008 22:45
marcusjose1976@bol.com.br

Venho por meio deste tentá reve este equívoco. AS aves
combatentes lutam por estinto, não é presiso induzila
ou usá nenhum tipo de droga. Basta solta uma certa quantidade de pintos em um quintal na primeira chuva
um vai fica diferente de outro e não preciso dizer o resutado. Nos presevadores tiramos cem frongos,desses
vinte são classificados e cinco tornan-se campeães chegando a viver de oito há doze anos. Enquanto na ave cultura industrial assim que os pintos nascem os machos são descartados, ou seja, são eliminados transformados em adubos ou em canja.
Com todo repeito senhora Geiza Leitão deixo-lhe esta
pergunta: destas duas qual é a mais cruel?

Claro que o galismo deve ser regulamentado; proibido não.

ATENCIOSAMENTE



Nós temos direito á igualdade entre os povos, e os animais?
Antonio 06/06/2008 22:03

Segundo nossa Carta Magna, temos direito de igualdade, mas o que parece que para os galistas não...!?? Aos cachorros e gatos são dedicados PetShops que fazem a limpeza e corte de pelos, unhas, orelhas, castram, etc...! Aos galos de Briga não podemos corta-lhes as barbelas como já anunciado em seu comentário...!? Muitos brasileiros e até estrangeiros vivem muito bem e ganham muito dinheiro sem pagar nenhum imposto, criando touros e cavalos estritamente e unicamente direcionado para os grandes rodeios onde acontecem diversas e inúmeras apostas de todos os tipos....!?? Sem contar que em alguns estados já foram promulgadas leis que os regulamentam e conferem aos PEÕES como profissão...! Aos que querem criar os galos indianos é estritamente e unicamente P R O I B I D O, será estamos vivendo uma ditadura ao esporte dos pobres!? Sim Dra Geiza Leitão, estamos vivendo uma D I T A D U R A no século XXI.... Aos ricos sempre será permitido fazerem o que quizerem, porque de início eles têm o poder(dinheiro...muito dinheiro), por isso que existem as corridas de cavalos, ou a Dra já viu algum Jockey Clube lotado de assalariados...!? Por que os nossos valorosos repórteres que adoram estampar as fotos e reportagens das rinhas e seus adptos, não o fazem em um Jockey Clube, onde também os cavalos são submetidos à fazerem os caprichos de milhares de apostadores, que não se importam, doravante acontecer um cavalo correndo quebrar as pernas ou pescoço, o que importa é ganhar ou apostar e exibir seus vestidos, ternos, chapéus,fumando um charuto ou cachindo...!? O galismo pertence aos pobres, quer acabar com as brigas de galos, ou com os galos de brigas, acabe com os pobres e terá o efeito...! O galismo está nesta situação somente porque um infeliz chamado Sansão entrou na história, ele defendia a eleição da capital brasileira mais importante SP, quando perceberam que a virada era certa, apelaram para o flaglante no RJ, queria só que me respondesse, Por que não fecharam a rinha do RJ antes deste episódio..! Só para informar ele já funcionava a mais de 20 anos...!? Se não podemos brigar os galos que criamos com nossos salários e esforços, pagando muito imposto e gerando muita renda direta e indiretamente, também não se poderia criar cavalos para os Jockey Clubes, Cavalos e Touros para os rodeios...!?
Concorda Dra Geiza..? Onde está o direito garantido pela CF = I G U A L D A D E.......??????? Ou será que a Dra já viu falar que os cavalos e os touros pedem ou fazem opção para as corridas e os rodeios...! Acho que não...!


Briga de galos e galos de briga
RONALDOC 16/06/2008 14:53
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

São vários pareceres jurídicos que condenam a briga de galos enquadrando a prática como ilegal e criminosa. No entanto, faltaram aos autores a imparcialidade e o conhecimento necessário à tomada de decisões que realmente protegem a espécie de maus tratos e até mesmo da extinção. Não existiriam os galos de briga se não existissem as brigas de galos, pois 95% dos galos de briga são destinados às rinhas. Qualquer decisão do governo que ponha em risco a sobrevivência da espécie é inconstitucional, visto que a Carta Magna dispõe que é função do mesmo preservar o patrimônio genético nacional doméstico e silvestre. O galo de briga é essencial para o desenvolvimento da avicultura de corte, doméstica e industrial, pois a sua genética é utilizada para o aumento do peso e da rusticidade. A briga de galos é uma prática enraizada na cultura mundial, possuindo muitos adeptos no Brasil, em torno de 1.000.000, que, na verdade, são os responsáveis pela preservação da espécie, e é distinta da briga de cães e canários, pois esses não têm a sua sobrevivência dependente das rinhas. Na verdade, as brigas de galos e criação de galos de briga carecem de uma legislação federal que estabeleça regras que protejam os galos durante os combates e que preserve as características natas da espécie. Caso isso não ocorra, a briga de galos continuará existindo sem nenhum controle ou, com a repressão, a espécie será extinta.


Excelentes comentários
Gustavo 17/06/2008 01:52
gustavollippi@ig.com.br

Lí toda a matéria, todos os comentários. Achei fantástico os comentários que se fizeram após a infelicidade da matéria escrita pela da Sra. Geuza Leitão. Como aplicador do direito, também vejo a hipocresia e a falta de conhecimento do nosso povo quanto ao combate de Galos. A Sra. Geuza já teve a oportunidade de criar alguns pintinhos de briga. Sabe a Sra. que após os 15 dias de vida eles brigam entre si até a morte da maioria, se não tiver a intervenção do criador. Sabia também que após os 6 meses de vida temos que separar os frangos em gaiolas individuais, pois se não os mesmo brigam até a morte uns com os outros ou até que sobre somente um até mesmo aleijado ou cego, mesmo sendo da mesma ninhada, irmãos. Eis o zelo do criador que mais uma vez cuida de separá-los para não haver o extermímio daquela cria. Ora, é muita falta de conhecimento dizer que há crueldade no duelo dos galos, ademais parece que eles são atiçados para brigar, como que não tivessem escolha. Então coloque dois galos comuns juntos e observe que após algumas bicadas um deles irá parar de confrontar e sair correndo, interessante que o galo comum teve uma opção de não brigar, inteligente ele não acha. Pois é, o Galo Combante também pode correr, largar o combate por não o faz ? Será que ele foi "Progrado para o Combate" conforme pronunciou um Técnico do IBAMA do Rio Grande do Sul, sendo desde os 15 dias de vida quando começam a duelar entre si? O que vemos hoje é que a Polícia chega em uma rinha e fica perdida não sabe o que fazer pois alí encontram na sua grande maioria pessoas como eu, que trabalham, estudam, e pagam seus impostos em dia. Fica um apelo aqui, que a Lei seja reformulada com urgência, para que possa ser corrigido este erro cometido pela legislação que é confusa e tendenciosa quanto a penalizar apenas brigas de galos. Será que se pegarmos um galo pisarmos na asa dele e cortarmos o pescoço a justiça irá querer nos condenar ? Pois é aí sim a justiça deveria nos condenar pois não há nada mais grave que a Morte. Que Hipocresia !!!

Sincero,,,


Demagogia
Ronaldoc 19/06/2008 12:55
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Gostaria que políticos, juristas, ongs e os que são contra as brigas de galos respondessem as seguintes perguntas:

Com a proibição das rinhas e da criação de galos de briga, a cargo de quem ficará a preservação da espécie, conforme está previsto na nossa constituição?

Quando vocês acionarão o IBAMA e a polícia para realizar operações com o objetivo de prender os donos de cachorros e veterinários por terem cortado as caudas e orelhas desses animais, já que tal crime está enquadrado no mesmo artigo que a briga de galos?

O que os órgãos de proteção dos animais fizeram quanto aos galos exterminados pelo poder público, já que a lei prevê que os animais apreendidos devem ficar sob a guarda do governo e serem tratados por profissionais devidamente qualificados?


briga de galos
nao 19/06/2008 20:28
aguinaldobetim@oi.com.br

Faço aqui com tristeza este comentario,Meu Ávo foi um grande galista é muito respeitado no meio galista em Belo Horizonte entre os anos 1930 e 1950,Meu Pai tambem foi um galista de respeito entre os anos 1960 ate os meiados dos anos 80,estes Homens foram e ainda são cidadões de respeito sem nenhuma mancha em sua honra como chefes de familia e muito mais,quanto eu sou galista de alma e tradição,apezar de um cidadão cumpridor dos meus deveres,não tenho o direito de nos finais de semana levar meu filho as rinhas como fazia meu pai que tambem fazia meu vovo,peço ous companheiros nunca desista,sertamente um teremos uma bela historia para contar aos nossos filhos que sertamente não serão galistas e uma pena,mas e assim o cursso da vida e da historia,UM forte abraço a todos criadores e amigos dos combatentes emplumados como dizia o saudoso Francisco DE Paula Elias Galista de Alma e esccritor do livro aves Combatentes.


DEMAGOGIA E INCOMPETÊNCIA
RONALDOC 01/07/2008 09:41
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Já que ninguém respondeu as minhas perguntas, farei outra para as mesmas pessoas citadas na minha mensagem anterior:
Caso vecês tivessem de nascer um galo na próxima encarnação, de que tipo vocês escolheriam ser?

a) Um frango de granja que vive 40 dias totalmente confinado; filho de chocadeira; alimentado artificialmente com ormônios e antibióticos; e, ao final dos 40 dias, será transportado para uma fábrica em compartimentos apertados onde será pendurado pelos pés em ganchos e terá a cabeça cortada.

ou

b) Um frango combatente que vive, no mínimo, um ano e em liberdade, para perfeito desenvolvimento dos ossos e músculos; criado pala própria mãe ou uma adotiva quando tirado em chocadeira; alimentado da forma mais natural possível para não comprometer a sua rusticidade; Após um ano e meio será submetido a treinamento gradativo; e terá a oportunidade que animal nenhum destinado ao consumo humano tem que é a da lutar pela própria vida e poder viver por até 10 anos como reprodutor ou, simplesmente, por respeito e recompensa ao seu eroismo.

Se não quiserem responder, simplesmente reflitam sobre o assunto.


reflexão
Marcus costa 04/07/2008 18:12
marcusjose1976@bol.com.br

reflexão
venho por meio deste comentário tentá trazer às pessoas
há reflecxão. Meu nome é Marcus não considero-me um galista e sim preservador da raça gallus gallus,sabemos
que o esporte galístico é um fóclore de nível mundial desde os tempos mais remotos. Porém este assunto não é
o foco deste comentário, a presevação é primordial para todos os seres vivos, todos têm o direito de viver e ser bem tratados. Como seres humanos e racionais temos essa obrigação e é aí que está à polêmica, se acabá com o esporte galítico acaba com a raça. Convoco há todos preservadores da nossa pátria que devemos tratá bém de nossos animais, devemos dá condições para que eles tenham um combate justo. Não temos que se preucupá com crítcas de pessoas leigas e
até oportunistas que querem se promover atavés das situações.

porque uma arara deve ser preservada e o gallus gallus não.(Emersom)


PUBLICANDO A VERDADE
RONALDOC 14/07/2008 09:44
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Dra. Geusa, leia este texto por favor.

A ignorância das coisas conduz-nos fatalmente ao exagero. A citação não é nova, é bem sabido. A confirmação temos obtido através da história, onde povos e nações nos ofereceram muitos exemplos, alguns extremamente precipitados e sinistros, como o ocorrido a GALILEU, quase queimado vivo por sentença do Tribunal da Inquisição, simplesmente por ter afirmado ser a terra redonda. Mas, se o que ignoramos é sempre exagerado, é implícito que reconheçamos ser o exagero o subterfúgio dos desarrazoados.É o caso das lutas de galos, esporte emocionante, praticado em todo o mundo civilizado, mas que à morbidez de certas pessoas se afirma como perversidade, sadismo e outras tantas tolices, que bem caracterizam conflitospsiquicos ou mentalidade por demais rasteira e atrofiada de quem assim o julga, mutilando a ótica e turvando os horizontes.
É bem sabido de que todo leigo tem soluções próprias para os problemas alheios. Por essa razão, compreende-se facilmente porque as lutas de galos são tão caluniadas por alguns, que contra elas despejam uma infinidade de julgamento errôneos, infundados, absurdos e em sua maioria levianos.
Entre as opiniões mais generalizadas, figura a de que as lutas de galos são promovidas por pessoas incultas, rudes, grosseiras e na maior parte das vezes, de nenhuma ou de muito pouca civilidade. É certo de que as pessoas que esgrimam com semelhantes argumentos, certamente nunca presenciaram uma luta de galos realizada na devida forma, senão jamais argumentariam que somente indivíduos sem cultura e de instintos baixos poderiam interessar-se por essa modalidade de espetáculos. Semelhante argumentos esboroam-se facilmente quando são citados nomes de galistas ilustres, muito aliás, que se destacam nas diversas atividades em todo mundo.
O mais interessante é que pessoas nada esclarecidas sobre os processos biológicos que regem os seres e as coisas e muitas vezes incapazes de distinguir um galo de uma galinha, arvoram-se como seus defensores, ignorando que essas extraordinárias aves brigam desde os primeiros dias de nascidas e se não houver a pronta interferência do homem, se aniquilarão ou se inutilizarão para sempre. O galista, pois, verdadeiro protetor de uma espécie de grande méritos, é um abnegado e mais do que isto, tem de possuir uma espécie de real vocação para o esporte, pois a criação e o manejo desses animais se prende à particularidades muito especiais, onde a dedicação, carinho e o espírito de observação são fatores para se levar a bom termo a tarefa. Parecerá exagero isto, mas quem conhecer de perto um galista, em pouco tempo se inteirará de seu carinho e dedicação para com suas aves e não raro verá que, com orgulho, ele lhe apontará determinado animal, já afastado das competições, com seis anos ou mais conservado como ? jóia rara ?. E feliz desse exemplar que não teve a indefectível sorte de um frango de corte!!! Morrerá de velhice ou de insidiosa doença, mas jamais para o inglório fim culinário.
Galo-de-briga luta instintivamente, e isto se constituí no seu maior desejo. Não são instigados um contra o outro como comumente acreditam os leigos no assunto. Brigam por necessidade, pelo seu próprio instinto e pelas excepcionais qualidades com que a natureza os dotou. Apenas o homem, para que essa luta não se tornasse aleatória, como sucederia sem a sua interferência, estabeleceu normas para a igualdade em peso e altura evitando um desproporcional domínio de um lutador sobre o outro. Ninguém desconhece que as lutas de galos são praticadas em todo o mundo desde épocas imemoráveis! Nas Américas. Este emocionante é difundido da Patagônia às terras frias do Canaã. Em Orlando, na Florida, existiu um rinhandeiro famoso conhecido pelos galistas de todo mundo. Várias são as especialidades sobre o esporte publicadas nos Estados Unidos com matéria muito atraente. Podemos destacar, Gamecock, Game Fowl, News, The Feathered Warrior, Poltry Press e Grit and Steel, esta, beirando os 100 ANOS de EXISTÊNCIA. Entre centenas de anúncios de criadores de aves de combate, apetrechos galísticos, medicamentos, rações, e outros da espécie, destacam-se alguns de escolas para galistas, onde os novatos no esporte especializam-se na difícil arte de reproduzir, criar e preparar os galos para as rinhas.
Na FRANÇA, onde o esporte está regulamentado por lei do então Presidente Marechal Charles De Gaulle, existe uma Confederação dos Galistas com sede na Cidade de Lille, com o nome ? FÉDERÁTION DES COQUELEURS RPÉGION NORD DE LA FRANCE ?, a qual mensalmente pública interessante jornal intitulado ? LE COQ GAULOIS ?.
Transportando-nos à ESPANHA, vamos encontrar um órgão galístico, este, operando dentro do Sindicato Nacional de Ganaderia e conhecido como Grupo Sindical de Criadores y Exportadores de Gallos de Peleas y Aves Deportivas. Foi fundado em 1967 em Madrid e com grande objetividade vem controlando e incentivando a criação dessas belicosas e notáveis aves.
Encontramos também na América do Norte entidade galística similar de grande atuação conhecida como The United Gamefowl Breeders Association ? UGBA e no MÉXICO, filiada a Unión Nacional de AVICULTORES, A Sccion de Criadores de Gallos de Combate, na própria Capital Federal.
Na Índia, berço das lutas-de-galos, existem vários órgãos de preservação às raças de briga, como por exemplo, o The Departament of Animal Husbandry, em Andhara Pradesh que vem selecionando e aperfeiçoando a muitas vezes secular raça Assel de combate, uma das mais antigas do globo, o mesmo acontecendo no Paquistão, onde a Pakistan Poultry Association tem o encargo dessas importante tarefa. Omesmo acontece no JAPÃO, onde o combatente shamo vem sendo preservado sob o sistema de competições por vários órgãos locais, entre eles a ZENKOKU NIHON-KEI KYOKAI.
Na Inglaterra, muito embora as lutas de galos permaneçam incompreensivelmente proibidas há mais de um século, é surpreendente como o desenvolvimento do esporte vem crescendo dia a dia, num frontal desafio às autoridades locais que perguntam a si mesmas a razão da expansão de uma prática julgada já marginalizada, sem encontrarem uma saída satisfatória.
A resposta é fácil, entretanto. Não é necessário que recorramos ao cabedal de juristas ou a psicólogos, nem tampouco a dogmas de intolerantes puritanos para chegarmos à razão. As lutas de galos existem e florescem devido a uma Lei biológica imutável e soberana, muito diferente da lei dos homens, pois enquanto a primeira está integrada no equilíbrio natural das coisas, a segunda emana do interesse ou da conveniência de cada um, ou ainda, do admitido como certo dentro de uma comunidade. Ninguém dirá de bom senso que a lei dos homens proíba de chover ou fazer sol. Ninguém de bom senso, portanto, poderá admitir que dois galos deixarão de brigar devido a uma simples lei ditada pelos homens. Se os galos lutam é porque são belicosos e se não ocorresse, os homens jamais se interessariam por tal esporte. Tanto é assim, que em algumas reportagens o JORNAL LONDRINO ?NEWS OF THE WORLD ? focalizou o assunto, demonstrando que as lutas de galos na Inglaterra continuam mais VIVAS do que nunca. Por outro lado, existem na GRÃ-BRETANHA vários clubes de aves de briga que zelam pela preservação das velhas raças inglesas de combate, de atuação muito destacada na sobrevivência do esporte. O certo é que em nenhum país do mundo a proibição às lutas de galos possui o efeito desejado. Não é admissível, pois, que na era ATÔMICA e das viagens à lua, entidades cabalísticas que se arvoram defensoras dos animais continuem em atraso em atraso biológico secular, perpetrando acintoso crime contra a ZOOTECNIA. Caberia, isto sim, às nossas autoridades, fiscalizar tais entidades e somente permitir atividades as que possuem efetivamente condições para dentro de um campo biológico e não teórico, imprimir campanha de proteção aos animais, atendendo-se às condições peculiares a cada espécie, dentro de suas aptidões e finalidades e não explorando demagogicamente o lado sentimental dos leigos e desavisados. Não é cabível que se protejam as espécies selvagens do extermínio e se permita passivamente o aniquilamento de algumas domésticas, puras e simplesmente por um inexplicável ódio ZOOLÓGICO. Seria um paradoxo dos mais gritantes e absurdos! Aos galistas , pois, vem sendo legada a difícil e importante missão de proteger e preservar uma das mais nobres espécies domésticas, OGALO COMBATENTE, evitando sua miscigenação e abandono, sem o que viria a ser interrompido expressivo ciclo muitas vezes MILINAR de rigorosa e profícua seleção. Atentar-se contra legados de tal natureza alegando-se a tese de proteção aos animais é que não encontramos justificativas.
Em conhecido livro sobre avicultura, JOÃO BRUNINI, categorizado autor patrício, afirma com grande propriedade que se não houver existido as PELEJAS de galos como DESPORTO POPULAR desde tempos remotos, seria pouco provável que houvesse na atualidade exemplares de aves tão fortes e perfeitas, e a AVICULTURA tanto COMERCIAL como a praticada simplesmente por afeição careceria de um de seus mais sólidos baluartes!
Ma, magnífico exemplo, investido de grandes ensinamentos, que deveria deixar muita gente a meditar pela grandiosidade do seu conteúdo filosófico e que toca diretamente às lutas de galos, nos dá SANTO AGOSTINHO, o ÁGUIA DOS DOUTORES- nos versículos 25 e 26 do capítulo VIII ? Livro I ( Tomo Terceiro ) de sua grandiosidade obra DE ORDINE, ( BAR-LE-DUC, L. GUÉN Cº - ÉDITEURS ? 1864 ).

Conta-nos SANTO AGOSTINHO, que após oferecido a Deus seus votos de cada dia, pôs-se a caminhar com dois amigos por um lugar que lhe era familiar, quando perto à soleira de uma porta deparou dois GALOS que se entregavam a um combate muito violento. Pararam para APRECIAR a peleja e sobre o espetáculo são essas suas considerações:

? Detivemos-nos. Quem não olha ou por onde não passam olhos amigos ao procurar se em alguma parte aparecerá aquela beleza da inteligência que modifica e governa tudo, tanto pela ciência como pela ignorância, que arrasta por toda parte seus discípulos ávidos, e se faz procurar por toda parte? De onde e em que lugar não pode ela absolutamente revelar-se? Assim, naqueles GALOS, era preciso ver suas cabeças inclinadas para a frente, as penas do pescoço eriçadas, os choques violentos, os desvios ágeis e em todos os movimentos desses animais, nada que não fosse conveniente. Tudo neles, REGULADO POR UMA RAZÃO SUPERIOR, enfim, a lei imposta pelo vencedor, seu CANTO DE GLÓRIA e seus membros assumindo uma forma imponente para atestar a magnificência da dominação; o vencido, testemunhando a derrota, arrepiando as penas do pescoço, não demonstrando na voz e nos movimentos senão disformidades; portanto, nada que não fosse em harmonia com as leis da NATUREZA. Indagamos então uns aos outros. Por que isso é assim? Por que RAZÃO achamos no aspecto do combate um certo prazer de espectador? Que havia em nós que buscava coisas tão longe dos sentidos?? Que havia ainda influenciado a despertar os sentidos?? Dissemos a nós mesmos; onde não está presente a lei? Onde o império não é conferido ao melhor? Onde não está presente a sombra da constância? Onde deixa de existir a imagem dessa beleza tão real? Onde deixa de existir o equilíbrio? Nossas reflexões eram locais, mas meditamos como coisas tão notáveis tinham até então escapado ao pensamento de 03 ( três ) homens que a elas se dedicavam. Assim que regressamos, pois escrevemos com cuidado este acontecimento em nosso livro. Ninguém pode recuar-se a aprova-lo, mas é raro e difícil senti-lo quando nos entregamos ardentemente a outros estudos ?.

Também SÃO THOMÁS DE AQUINO tece considerações muito objetivas que podem ser aplicadas às lutas de GALOS.

Diz ele:

? .....ninguém peca por usar uma coisa para o fim ap qual ela é destinada. Ora, na ordem das coisas, as menos perfeitas são para as mais perfeitas; assim como também, no seu processo de geração a natureza vai do imperfeito para o perfeito. Donde vem que, como na geração do homem, forma-se em primeiro lugar o ser vivo, depois o animal e depois o homem, assim também os seres que só têm vida, como as plantas, são destinados geralmente a servir todos os animais; e os animais, ao homem. Por isso, não é ilícito usarmos das plantas para utilidade dos animais, e dos animais para a nossa ?.

( SUMA TEOLÓGICA, VOL. XIX, PAG. 125, TRAD. DE ALEXANDRE CORRÊA ).
Ora, dentro das utilidades destinadas ao homem, certamente que está o esporte, o divertimento. Épor isso que o cavalo é usado nas corridas, os peixes nas pescaria por distração, a raposa para satisfação da vaidade e luxo femininos e o GALO COMBATENTE conseqüentemente, para as disputas nos rinhandeiros.
Mas, para chegarmos a origem do galo doméstico e particularmente a do GALO COMBATENTE, teríamos que retroceder a eras muito remotas. Exaustivas pesquisas nos conduziriam a épocas ASSAZ distantes antes de atingirmos a ARCH/EOPTERYX LITOGRAPHICA, cuja existência data do JURÁSSICO, era MESOZÓICA, há cerca de 120 a 160 milhões de anos dos dias atuais, como afirmam certos cientistas,arqueólogos e outros. Esta é a remota e provável responsável pelas espécies de aves que povoam o nosso PLANETA. Do GALLUS, ave selvagem e extremamente COMBATIVA, cujo habitat se estende a algumas regiões do SUDESTE ASIÁTICO, é indiscutível que surgiram os GALOS DE RINHAS de intransigente e admirável apanágio GURREIRO.
As mais antigas citações sobre as lutas de GALOS, vêm-nos do código de MANU, há mais de 5.000 ( cinco mil ) anos de nossa era. É fácil de se entender portanto, como essas fabulosas aves chegaram ao surpreendente estágio atual de beleza, força coragem e resistência. Empregadas em sistemáticas competições durante séculos e séculos e submetidas a cada geração a processo de preparo físico especiais e alimentação adequada, é claro de que teriam de exibir semelhantes atributos, tornando-se uma das espécies domésticas dos mais altos méritos.

O JORNALISTA LEAN CAU, num dos números da revista ? PARIS MATCH ?, membro de uma SICIEDADE PROTETORA DE ANIMAIS DA FRANÇA onde o esporte está REGULAMENTADO POR LEI, assim se refere às lutas de galos:
? Como se ousa fazer os galos lutarem entre si? Resposta: por se amar no mais elevado grau o que neles é o mais digno de ser amado e liberado; sua beleza, sua coragem e seu instinto. Ninguém mais do que um GALISTA ama seus GALOS. São os GALOS-DE-BRIGA, animais NOBRES, LIVRES, BELOS E ORGULHOSOS, nos quais não se injetam hormônios e não se castiga os olhos; animais a que não se impede de dormir com PODEROSAS LÂMPADAS; que não se aglutinam aos milhares, asa com asa nas granjas para que engordem em algumas semanas, onde vacilam miseravelmente sobre suas pernas de ossos frágeis; que não se mata, que não se ferve e que não se embrulha em série em papel celofane. São, ao contrário, animais dos quais se cultiva a beleza, a força e a resistência física, aos quais se oferece a alegria sim, a alegria de fazer-lhes explodir o que eles mais gostam no mundo: seu prodigioso instinto de combate, transmitido geração a geração ?.

E sabem qual a vida média de um GALO COMBATENTE?? Sem medo de errar podemos fixa-la num ciclo de quatro a seis anos e às vezes mais, como por exemplo célebre e belicoso CHANTECLER NORTE-AMERICANO, cuja foto foi publicada num dos números de uma quase centenária revista galística daquele país irmão. Vinte anos de idade chegou a completar a referida ave, já cega pela velhice e alimentada pelo seu dedicado dono. Sua morte causou grande tristeza a seu criador, pois havia sido um grande CAMPEÃO DOS RINHANDEIROS.

E sabem quanto VIVE UM FRANGO DE CORTE? Uma GALINHA DE POSTURA?
Posso assegurar que o 1º ( primeiro ) não passará de noventa dias e a 2ª ( segunda ) será descartada após o 1º ( primeiro ) ano.

A importância e a necessidade, pois, da preservação dos GALOS COMBATENTES no mundo atual dentro DO SISTEMA DE COMPETIÇÕES, tornou-se tão necessária que hoje pessoas mais diligentes vêm organizando FERERAÇÕES E ÓRGÃOS semelhantes , para que essas aves não se deteriorem nem desapareçam ou cheguem à beira DA EXTINÇÃO.
Mas, para isso, há a necessidade também de se combater lendas e abusões, algumas fortemente arraigados à cultura popular, ou por supertição ou por simples ingenuidade. Assim, ainda há quem acredite que manga com leite faz mal. Passar em baixo de escada da azar. E outras muito corriqueiras. São crendices que antecedem nossos tataravôs e que chegam aos nossos dias atreladas a preconceitos outros do mesmo gênero, que se banalizam e se eternizam nos hábitos populares e são difíceis de ser erradicadas. O mesmo acontece com o ESPORTE GLÍSTICO, vítima de campanha infundadas, difamatórias e absurdas. Isto, tornou-se um hábito através de gerações e se deve à campanhas perniciosas de pessoas HIPÓCRITAS, PSICOLOGICAMENTE ANORMAIS E LEIGAS no que seja PROTEÇÃO aos ANIMAIS. Jamais essas pessoas souberam o que vem a ser CRUELDADE, PRESERVAÇÃO DAS ESPÉCIES, APRIMORAMENTO DAS RAÇAS OU COISAS SEMELHANTES. Falam da boca pra fora enquanto se acomodam em cômodas poltronas de suntuosos gabinetes. Ora, todo cidadão perfeitamente normal sabe que a CRUELDADE tanto pode ser física como mental. Todas são perversas. A física, pode partir de uma agressão armada ou não, enquanto a mental pode mesmo ter origem num ato de intimidação, coação ou impedimento de qualquer atividade individual. Por ser complexa é sumamente diversificada. CRUELDADE não se limita apenas a uma agressão física e muito mais do que isto, é uma ação covarde das mais variadas formas. Quando uma granja avícola sacrifica milhares e milhares de pintos, queimando-os vivos ou afogando-os num rio mais próximo, está cometendo uma abominável CRUELDADE. Quando num abatedouro coloca centenas de cabeças de aves num funil, sem qualquer defesa, para que sejam decapitadas e seu SANGUE se esvale pelo fino gargalo para que não se perca uma só gota, queiram ou não, está se cometendo uma terrível CRUELDADE. Porém, quando 02 ( dois ) galos lutam, com ou sem a interferência do homem, não há explicitamente qualquer ato de CRUELDADE, já que se trata de uma impulsão biológica traduzida numa necessidade nata do seu instinto. Por isso, eles são de RAÇA COMBATENTES. Podem ser JAPONESES, INDIANOS, CHINESES, TAILANDESES, ESPANHÓIS, INGLESES, NORTE-AMERICANOS, etc. Não importa, são todos de RAÇA COMBATENTES e com o mesmo instinto belicoso. Lutam por necessidade como o fizeram seus ancestrais há MILÊNIOS atrás. Só que numa luta de GALOS não há a interferência direta de homem sobre o animal. Apenas, há uma regulamentação para que ambos os lutadores se igualem em peso e altura para que impere um equilíbrio na disputa, coisa que não acontece em CAMPO ABERTO, quando 02 ( dois ) ou mais desses lutadores de penas fortuitamente se deparam e medem forças. Nesse caso, o menor não recuará ante o poderio do maior e o tempo se encarregará do resto. É a lei biológica, sábia e imutável que DARWIN classificou como a lei da sobrevivência que confere ao mais forte a perpetuação das espécies. Um ponto, porém, deve ser ressaltado; é que o GALO COMBATENTE, trazido à domesticidade, demonstrou outras aptidões na combatividade, já que luta apenas em defesa do território, mas por necessidade para liberação de energia. E todo GALISTAS sabe que GALO COMBATENTE EMGAIOLADO por muito tempo, afastado das lidas, morre inapelavelmente de tédio. Essa que é a VERDADE! Nos dia atuais, os pesquisadores do chamado 1º ( primeiro ) mundo, preocupam-se com grande empenho na utilização das espécies silvestres no melhoramento genético das raças domésticas. Para isso, são criados ? Bancos de genes ? com a finalidade de por em prática os animais avançados conhecimentos da engenharia genética com fins a melhorar entre outras coisas, a senectude dos plantéis das várias espécies de animais domésticos. Cogita-se, inclusive, na implantação de uma Rede Nacional de Bancos de Gemoplasma para a conservação da biodiversidade como um todo. As raças de galinhas, de carne ou postura, serão as mais beneficiadas. Embora tenham tido origem nas similares combatentes, o que é incontestável, vêm se deteriorando com sofisticação imposta à avicultura para a obtenção de produtos mais precoce e rentáveis. Para isso, os animais são mantidos sob poderosas lâmpadas, em gaiolas individuais, algumas vezes em estrados de madeira e alimentados com rações que lhes proporcionam em 45 dias condições de mercado. Em conseqüência, tornam-se apáticas, vulneráveis à doenças, perdem a fertilidade e se retiradas do local de confinamento, mal saberão caminhar. Quanto às raças de galos combatentes, isso não acontece. Selecionadas em competições em milhares de anos, com alimentação apropriada, assistência veterinária permanente e invulgar carinho, exibem-se hoje em protótipos de robustez, rusticidade, arcabouço ósseo/muscular privilegiado, fertilidade, força e coragem. Sem dúvida, o que pode haver de mais positivo para a recuperação dos rebanhos avícolas atuais, que muito carecem de um eficaz e diligente trabalho genético. E não é só. O galo combatente brasileiro é dos melhores do mundo e pode com sua rusticidade e compleição física ser utilizado na formação de aves de corte de grande categoria, evitando-se a importação de matrizes do exterior e, conseqüentemente, economizando-se divisas. Por outros lado, temos de reconhecer que as lutas de galos se constituem em uma das mais autênticas manifestações folclóricas do nosso povo. Os criadores dessas fabulosas aves, são invariavelmente, pessoas ordeiras e trabalhadoras, chefes de família exemplares e antes de mais nada preservam perseverantemente uma espécie das mais valorosas. Se não fosse sua ação nesse sentido, por certo já estaria ela extinta pela miscigenação ou pela atuação inconseqüente de pessoas de pouca ou nenhuma visão do que seja meio-ambiente, biodiversidade e eco-sistema. Certo de que existem indivíduos menos esclarecidos e levianamente mal orientados. Pode ser até que essas pessoas tenham mesmo bons sentimentos; apenas não sabem utilizá-los. Não obstante, este procedimento vem causando grandes danos a humanidade, por vezes, irreversíveis. O biólogo Forest Muir, Direto do Departamento de Ciências Avícolas da Universidade de Ohio ( USA ), em pronunciamento publicado no Columbus Dispatch, em 24 de março de 1991, referindo-se as aves de raças combatentes, faz importante referências às suas qualidades, terminando em considerá-las aves de grande importância para o futuro da indústria avícola. Se as lutas de galos fossem realmente um esporte de vândalos e cruéis personagens, não possuiriam a farta literatura mundial nas mais variadas línguas, complementadas com centenárias revistas, nem possuiriam órgãos de preservação, ou ainda, leis de proteção e preservação, como acontece em vários países, inclusive o Japão. Isto, sem dúvida, seria assunto para uma interminável explanação e consumiria ainda muitas folhas de papel. E isto é dizer pouco, sabendo-se que figuras como os Presidentes Norte Americanos Washington, Jefferson, Jackson e Lincoln foram ardentes apreciadores das rinhas de galos, sendo este último, inclusive, renomado juiz de rinhas. Também, nomes como o do inventor dos pára-raios, Benjamim Franklin, do escritor Ernest Hamingway, do Presidente Argentino Hypólito Hirigoyen e de muitos outros, podem ser acrescidos a esta lista. No Brasil, destacamos nomes como o do Senado Pinheiro Machado, Ministro Oswaldo Aranha, o do saudoso Presidente Tancredo Neves, o do jornalista Assis Chateaubriand e o de Lineu de Paula Machado, para não citar uma lista interminável de autênticos galóficos de ontem e de hoje. Na Constituição Brasileira, verifica-se na Seção III ? Do desporto, em seu artigo 217 que ? é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um ?. Logo a seguir, nas alíneas IV é garantida ? a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional. À luz do direito, temos ainda na nossa Constituição, em seu Capítulo VI ? Artigo 225 ? Do meio Ambiente ? um esteio amplo e sólido que pode ser perfeitamente adequado aos processos de preservação das raças de galos combatentes, já que constituem elas o mais sólido baluarte de avicultura de todos os povos, bem como o definiu certo avicultor e escritor patrício. Entre outras coisas, reza o seu Artigo 225 ? Parágrafo 1º - alínea VII ? proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécie ou submetam os animais a crueldade ?. Ora, é indubitável que as raças de aves combatentes se constituem num patrimônio genético inestimável e que isso só foi possível devido à prática de sucessivas competições em milhares e milhares de anos. Também é indubitável de que esses processos aparentemente cruel, mas evidentemente necessário, premiou a espécie com atributos surpreendentemente apreciáveis, como impressionante rusticidade, musculatura privilegiada, vigor físico incomum e extraordinário potencial genético. Não fossem as lutas de galos, jamais isto teria acontecido. Por outro lado, não se pode atribuir crueldade ás práticas desse folclórico esporte, já que não há ação direta do homem sobre o animal, uma vez que eles lutam por impulso natural instintivo porque assim determina e impele seus genes. O certo é que não se pode julgar crueldade em competições galísticas sem conhecer de perto esses animais e compreender também, o amor e dedicação a eles dispensados pelos seus criadores, sejam no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo. Crueldade contra os animais, existem sim, em proibir a prática dessas competições, já que com esses ato impensado atenta-se contra o patrimônio genético de toda uma espécie, causando-lhe deterioração e em seguida sua extinção com graves prejuízos ao contínuo melhoramento das raças destinadas ao comércio e à indústria! Não é por frivolidade que os puros-sangues são postos a competir nas pistas de corridas! Não é por sutileza de princípios que o pombo-correio é treinado para competir! Não é por requintes de agressividade que determinadas raças de cães são treinadas no combate ao crime e proteção do patrimônio público ou privado! Também não é por inominável crueldade que se põem os galos a pelejar! Tudo isto, é indubitável, possuir ligações óbvias com a célebre teoria do naturalista Lamarck, de que a função é que faz o órgão. Compreende-se assim, a necessidade da preservação do galo combatente, principalmente pela sua inquestionável importância no seio das espécies domesticas. As competições a que são submetidos, nada mais são do que um complemento à manutenção e ao aprimoramento de suas qualidades, o que ocorrendo a séculos. E é bom que se diga que a proibição a essa prática em alguns países jamais alcançou o fim desejado. E isso é muito fácil de se entender, pois um galista jamais foi ou será um contraventor e sim cultor de uma avicultura especializada, queiram ou não os ? donos da verdade ?. Não fosse isso, a espécie combatente já estaria extinta ou desfigurada pela miscigenação e dela só teríamos notícias em publicações ou livros. Aliás, as campanhas que comumente são detonadas contra o esporte galístico, até aqui, têm-se constituído num amontoado de leviandades, sem qualquer fundamento lógico, arrazoado ou científico, em que se possa enquadrar tese de proteção ou preservação de qualquer espécie animal. Que haja gente que não goste das competições galísticas, se admite. Não se pode obrigar ninguém a gostar de determinadas coisas, assim como o gosto por uma delas não pode ser imposto a quem quer que seja e, muito menos, cabe a alguém impor a outros a sua vontade de não gostar, pura e simplesmente por sua maneira de encarar os fatos. Na verdade, não compete ao ser humano guerrear irracionalmente contra os galos combatentes nem contra qualquer outra espécie animal, mas pesquisar sua utilidade e valor intrínseco no contexto biológico. Devemos, igualmente, nos compenetrar, de que Proteger pe Conservar e Não eliminar e que Por sua vez é Manter, Aperfeiçoar e Não Destruir já Que Não Existe Nenhuma Sabedoria em o Homem Destruir o que Ele Não Criou. Acrescente-se ainda, que não é só correto mas imperioso, proteger sem demagogia e preservar com sabedoria, pois o leigo geralmente é pródigo em soluções simplistas para tudo, e o mal intencionado, no seu eufemismo, um detentor de arsenal dos mais nocivos na prática do seu vandalismo ornitológico. Especificamente com respeito ao galismo, há um adágio latino de Horácio que se aplica bem ao caso e deve servir de advertência ? Naturam Expelles Furca, Tamen Usque Recurret ( expulse a natureza com um forcado e ela voltará correndo ).



Emerson, julho de 2008



voces sao otarios
maximus 18/07/2008 19:00
maximusmaxo@hotmail.com

Ola caros amigos ! venho vos dizer q voces sao babacas em querer proibiir briga de galos no Brasil .
Voces numca conseguirao isso , pois quando eles nascem e chegam a idade de 3 meses no maximo , comecam a brigar sem precisar q ninguem incitem eles pra isso .
E digo mais . eu sei porque voces nao legalizam briga de galos no Brasil , a resposta e simples .
tem muita gente grande envolvida nisso e aí vem o mal do brasileiro . Se voces legalizassem isso , os grandes comecariam a sonegar os impostos pela abertura de uma rinha e aí ja viu , a vaca vai pro brejo .
Eu acho que voces deveriam tomar vergonha nessas caras descaradas e procurarem fazer as cooisas certas porque voces pouco tao se lixando pra galos nem o que eles passam . Voces querem saber e de encher o bolso , ou seja : roubar o dinheiro do povo , é o que nossos governantes fazem com perfeicao .
Aproveito pra dizer mais uma coisa , tirem uma ninhada de pintos e esperem os 3 meses pra ver o que acontece , e quem sabe voces nao mudem de ideia ..


Incompetência
RonaldoC 16/09/2008 21:33
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Dra Geúsa esse é mais um efeito do seu trabalho:
Agora virou moda. Policiais foram a uma rinha a qui no meu estado, botaram todos de cara na parede e exigiram duzentos reais de cada um para que fossem liberados. Na semana passada, outros policiais exigiram duzentos mil reais para que todos fessem liberados em outra rinha aqui no meu estado, alguns poucos conseguiram dar mil reais e o restante, a grande maioria, foram levados a delegacia. Na verdade eu não sei de quem é a culpa, se é do governo brasileiro incompetente no trato do assunto galismo ou dessa nossa imprensa mentirosa e sensacionalista que vivi dizendo que no galismo rolam milhões. Essas informações publicadas na mídia chamaram a atenção de policiais de caráter duvidoso para a atividade, com o objetivo de obter dinheiro dos galistas. No entanto, o que eles não sabem, porque a mídia não publica, é que 90% dos galistas são pessoas umildes que não têm a mínima condição de dar o dinheiro que eles querem. O Galismo existe a 5000 anos, é liberado ou regulamentado em quase todos os países do mundo, principalmente nos mais desenvolvidos. Galistas não são bandidos, são cidadãos como quaisquer outros, que pagam seus impostos e são os únicos responsáveis pela preservação da espécie gallus gallus.



Anti-Humano
original 17/09/2008 18:19
http://br.youtube.com/watch?v=Xjzfza2_YJQ

A gente fica até espantado com o tamanho da raiva que os animais causam nas pessoas, sim porque a sua raiva não é contra os homens e sim contra os animais pois eles brigam, nasceram para isso, e graças a esta garra e aos criadores, estão vivos até o presente momento e veja bem, principalmente por conta dos criadores pois o homem já devastou 100 % do seu habitat natural, " as Montanhas e Florestas Asiaticas".
É preciso esclarecer aos desinformados que Canario Canta, a Vaca muche, o Cachorro late e a Ave combatente Briga, esperimente criar uma ave combatente num ambiente digamos impróprio, junto aos frangos de granja, em pouco tempo morre de tristeza, pois perde o interesse em ficar vivo, não tem objetivo algum; acho muito dificil os antis fazerem o teste pois normalmente não conhecem a força do interior, de pisar num chão de terra, de fazer carinho num animal,plantar uma arvore,fazer uma choca, geralmente são pessoas que moram em apartamentos, assistem tv e net o dia inteiro e comem carne de frango com hormonios e remedios e com certeza não se preocupam com a vida espantosa que esta ave levou de apenas 45 dias ter seu peso aumentado em até 02 mil por cento.
Ainda bem que em cerca de 100 Paízes os governantes não deixaram essas pessoas dominarem a opinião pública com seus pensamentos doentios e tem no esporte das Brigas de Galos uma bela fonte de emprego, turismo e cultura, um dos maiores exemplos é a França que tem no Galo de Briga o símbolo de seu País e cultua sem maiores problemas este maravilhoso esporte.


VERGONHA
Fausto Fontes 20/09/2008 16:00
faustofontes@gmail.com

Vivo na Espanha e me sinto envergonhado com muitas festa daqui que envolvem tortura animal. Agora, como Brasileiro e humano, me sinto ainda mais envergonhado com esse absurdo. Envergonhado também com alguns comentários daqui. Os tempos mudam e as culturas devem acompanhar essas mudanças. Um pouco de empatia por favor; esse país necessita parar de retroceder...


Vergonha é
RonaldoC 24/09/2008 09:21
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Vergonha é condenar uma espécie e extinção por puro preconceito e ignorância;
Vergonha é a polícia ir às casas dos criadores de galos combatentes, apreender os animais e exterminá-los para que fiquem protegidos;
Vergonha é o governo promover a extinção de uma espécie o que é crime perante a Constituição brasileira;
Vergonha é a mídia publicar informações mentirosas e sensacionalistas influenciando a opinião pública, sem saber que por conta disso uma espécie de 5000 anos está sendo sumariamente exterminada;
Vergonha é um País exterminar uma espécie de galináceo que é a base formadora de todas as raças de corte industrial e doméstica;
Vergonha é pais e mães de família que preservam a espécie serem tratados como bandidos e serem estorquidos pelo poder público.
Eu também tenho vergonha de viver em um país como esse. Acabar com as rinhas é acabar com o galo combatente, dessa forma, a briga de galos precisa ser regulamentada com regras que protejam os animais respeitando as suas características natas, como foi feito nos países de pessoas inteligentes.
Abaixo a viadice.


Vergonha(03)
Mineiro 24/09/2008 13:30

Vergonha é o que Fausto escreveu; Como pode ir morar em outro País e dizer que a parte cultural do Estado é vergonhosa, temos de lembrar que isto faz parte da cultura deles e se relmente se sente envergonhado, que mude de lá mas não os critiquem.
Séria o mesmo de recebermos extrangeiros no Brasil e eles sairem nos criticando por conta da Capoeira, ubanda,biquinis nas praias, futebol, tradições religiosas,rodeios, vaquejadas, Favelas, etc..........
Será qual cultura que deve acompanhar as mudanças? Seria a cultura das drogas, da violencia, da globalização, da ganancia de empresários fornecendo alimentos visando somente o lucro sem se preocupar coma saúde, dos laboratórios multinacionais que inventam doenças e depois vende os remédios para os governos pobres do mundo?
Realmente tem muita coisa errada no mundo, feliz de quem vive no primeiro mundo e não é descrinado de ter nascido no terceiro mundo, mas com certeza somos felizes assim mesmo.


Galos apreendidos -crueldade
Jacinto Neves da Cunha 07/02/2009 12:09

 http://www.youtube.com/watch?v=Xjzfza2_YJQ

No video acima , vemos inicialmente os galos apreendidos e trados de forma cruel , embolados, mortos e degolados ...tudo em nome da proteção de animais .


kd esta justiça do Brasil
Luciano Dias dos Santos 20/02/2009 17:07
lucianods30@hotmail.com
nao tenho

KD esta justiça do Brasil que proibe brigas de galos por maus-tratos e esquece que esta lei que poibe a pratica do galismo do artigo 32/ da lei 9,605/1998 esta lei proibe estas galinhas vija esta foto que covardia

kd esta justiça do Brasil
kd esta justiça do Brasil

kd esta justiça do Brasil
kd esta justiça do Brasil



mulheres do Mexico gostam de galos de brigas
luiz Dias dos Santos 20/02/2009 17:23
luizds40@hotmail.com
nao tenho

Até as mulheres do Mexico gostam de brigas de galos Repuplica Domenicana
WWW.GALLEROSOY.COM
E VERAS LAS MEHLORES BRIGAS DE GALO DO MUNDO

mulheres do Mexico gostam de galos de brigas
mulheres do Mexico gostam de galos de brigas



Maus tratos
RonaldoC 26/03/2009 12:57
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Os casos de maus tratos praticados pelo poder público contra os galos de briga devem ser divulgados para que as autoridades entendam que somente sob os cuidaos dos galistas essa espécie está protegida de maus tratos e até da extinção. Em todos os casos de apreenções a maioria dos animais não resistem à forma como são tratados, até quando ficam sob os cuidados de veterinários. Eu assisti na televisão que uma senhora de Niteroi, no Rio de Janeiro,a qual recolhe cachorros abandonados, está fazendo compartimentos para abrigar galos apreendidos. A intenção dessa senhora até que é boa, mas, como de costume, ela também não tem a mínima noção do que é um galo de briga e suas necessidades, pois os compartimentos que foram mostrados na televisão devem ter ums 20/60cm, e qualquer pessoa que entende um pouco sobre galos de briga sabe que um galo vivendo nesse espaço não dura duas semanas e, se durar, ao final desse período vai estar todo aleijado, pois o espaço mínimo que um galo consegue viver de forma saudávelé 80/80cm e ainda precisa regularmente ser solto em um espaço maior para que possa correr e se exercitar. Li também o relato de um veterinário que tem galos aprendidos sob os seus cuidados, no qual ele diz que não sabe mais o que fazer para que os animais não morram, pois de aproximadamente 50 aprendidos só restavam 8 vivos. Os galos aprendidos do nosso companheiro Teobaldo, no sul, também estão quase todos mortos. Esses erros cometidos pelo poder público, de certa forma, nos é favorável, pois demostra que o assunto não pode ser tratado como vem sendo e a única forma de se preservar e proteger a espécie é liberar o funcionamento das rinhas de forma racional e sob regras de proteção ao galo combatente. Um exemplo do que estou falando é o que aconteceu no estado do Mato Grosso, onde as autoridades visualizaram o problema da forma correta. Parabeniso a todos que vem a internete dar sua opinião sobre este assunto, inclusive os que são contra, pois são movidos por sentimentos de amor aos animais, no entanto, na minha opinião, deveriam buscar mais informações sobre o assunto, para que possam entender que as rinhas podem parecer cruéis e sem sentido, no entanto, é a única atividade que preserva o galo combatente por mais de 5.000 anos, espécie essa, que é o alicerce sólido de toda a avicultura moderna doméstica e industrial, sem a qual não há como se desenvolver novas espécies com maior precocidade, rusticidade e ganho de peso. Amigos galistas, sabemos que não somos bandidos, tarados, sádicos, pedófilos, traficantes ou quisquer outro adjetivo pejorativo que os meios de comunicação tenta nos atribuir. Somos apenas pessoas normais, pais e mães de família que tivemos a coragem de assumir nossos próprios gostos, fugindo aos modismos que a sociedade moderna impõe. Temos nossos direitos como qualquer outro cidadão e é inconcebível o poder público vir a nossas casas apanhar nossos animais super bem tratados e leva-los para o sacrifício com a desculpa de estarem protegendo-os contra maus tratos. Isso é barbárie, regressão, violência, crime contra a Nossa Constituição. Particularmente, preparei um documento para ser levado às autoridades. Esse documento está sendo preparado para edição por um jornal de um amigo para que fique no formato ideal, sem contar que ficou muito extenso (154 FOLHAS) e deverão ser confeccionados folhetos abordando apenas pontos chave. Com esse documento pretendo dar publicidade a vós de todos os senhores, pois muito do que está escrito foi retirado deste espaço e de outros na internete.
Um grande abraço a todos.



brigas de galo
fábio barbosa 11/04/2009 19:13
fabiobsant@hotmail.com

Essa mulher não sabe nada de brigas de galo..Por que será que ela não entra em um frigorifico e vê na verdade o que são maus tratos? Porquê no frigorifico estão pagando imposto e lá eles incobrem as barbaridades que são feitas aos animais e, além disso, existem varias oONGS que recebem milhoes do governo para tratar desse assunto e, como não tem o que fazer vão falar mau de um assunto que é culura popular e já existe a mais de seculos.Será que ela está msm interessada nas brigas de galos ou nos milhoes destinados a essas ONGS?..Um frango vivi em média 45 dias neses frigorificos e as galinhas que so servem para por ovos vivem em jaulas que não podem nem virar de lado..Nossos animais recebem o melhor trato possivel, rações de otima qualidade, vitaminas (ao contrário de anabolizantes) e vivem por muitos anos como reprodutores. Ninguem ensina um galo a brigar, ele já faz de proprio extinto e se quizer tirar a prova é só colocar dois pintos machos e uma pinta e esperar pra ver o que vai acontecer quando um edles for tentar cruzar com a femea ou se, por acaso, cair uma chuva..eles iram se estranhar e brigaram ate morrer ou um não aguentar e desistir de lutar..isso eu falo pintos e qaundo já estão frangos é que é pior. então nós damos apenas condições para eles brigarem com todo o trato possivel e depos da briga são tratados da melhor forma possivel..vou parar de falar porque ja estou estressado..


VERGONHA
Fausto 28/10/2009 11:32
faustofontes@gmail.com

Assim que eu não posso criticar o que acho errado? Sugiro ao dono desse comentário morar em cuba, China etc... Então uma cultura deve ser eterna? Ok, sigamos com os sacrifícios de virgens, mutilação peniana para oferecer o sangue aos deuses como faziam os Maias... tudo isso faz parte de uma cultura, não? Oh, que pena...foram extintas! Criticar é só uma das várias manifestações de liberdade e eu nunca abrirei mão disso, mesmo que um ferrenho defensor dos "sacrifícios de virgens" tente me convencer do contrário com uma argumentação falha!


GALOS DE BRIGAS
Romulo Gil de Luna 03/11/2009 18:35
galopaciencia@gmail.com
http://galopaciencia.blogspot.com/2009/10/brigas-de-galos-e-galos-de-briga.html

BRIGAS DE GALOS E GALOS DE BRIGA

BRIGAS DE GALO E GALOS DE BRIGA: UM
PONTO DE VISTA ALTERNATIVO.
Professor da UFCG: Rômulo Gil de Luna

Um ponto de vista nada mais é que a visão de um ponto, e aqui venho, com o intuito muito maior de iluminar do que persuadir aquelas pessoas cujas opiniões encontram-se tradicionalmente equivocadas pelo obscurantismo da falta de informação, não só fora das Universidades como dentro delas, no tocante a este e muitos outros assuntos. Particularmente, inquieta-me a perspectiva de ver colegas biólogos e muitos outros que se dedicam às questões ambientais, incapazes de perceber a diferença entre a realidade e a fantasia, agarrados às suas doutrinas ecologísticas e fortemente influenciados pelos atuais e irresponsáveis meios de comunicação.
Este artigo destina-se ao público em geral e, por isto, optei por não incluir referências bibliográficas ou colocar nomes científicos após os nomes populares das espécies mencionadas no texto. Acredito que isto acabaria por provocar freqüentes e tediosas interrupções da leitura, que só se justificariam em trabalhos mais técnicos.
Começo aqui, primeiramente, esclarecendo aos ?Amigos da Natureza? a diferença existente entre preservação e conservação, ao tempo em que procurarei informar o significado do termo manejo biológico (ou ecológico). Faz-se necessário esclarecer, aqui também, a diferença entre o ecologista e o ecólogo. O primeiro é um mero amante da Natureza, que talvez pouco ou nada conheça sobre a Ecologia. Trata-se de um militante do ecologismo, termo introduzido por Dominique Simonnet, em 1979, significando sumariamente, um movimento ideológico aparelhado com dupla visão, composto de um elemento político autônomo e de um movimento social que conduz a sociedade a valorizar seus desejos culturais e a Natureza e não somente a propriedade dos meios de produção do ?Homo economicus? moderno, ou simplesmente, trabalhador-consumidor.
O movimento ecologista identifica-se com o naturalismo contemporâneo, procurando harmonizar a sociedade com a Natureza, a coletividade com o indivíduo e o homem com seu corpo. O adepto do ecologismo, ou seja, o ecologista ou ambientalista, distingue-se claramente do ecólogo, cientista que estuda ecologia. É próprio dos ecologistas irem às ruas, realizarem passeatas em defesa de espécies ameaçadas de extinção, que é bastante louvável, porém muitas vezes caem no exagero de querer preservar até aquelas espécies que convivem com o homem há centenas de anos, como é o caso do pombo (ao protestarem contra a prática do tiro ao pombo) e dos galos de briga em questão (por causa das rinhas de galo). O segundo, o ecólogo, é um cientista que entende ecologia. Este, entre outras atribuições, realiza trabalhos de campo e laboratoriais por vários períodos estacionais; coleta, analisa e interpreta dados de fatores ambientais (bióticos ou abióticos); avalia as interferências humanas sobre a Natureza na forma de estudos de impacto ambiental (EIA); confecciona relatórios de impacto ambiental (RIMA), antes de fazer qualquer divulgação pública. Veja como é notória a responsabilidade social deste último.
Numa linguagem simplória, preservação nada mais é que a ação de proteção e também de isolamento de um ecossistema com a finalidade de que ele mantenha suas características naturais, por constituir-se como patrimônio ecológico de valor. Já o termo conservação, segundo a União Internacional Para a Conservação da Natureza (UICN), é definido como sendo o manejo dos recursos naturais, com proposta de obter-se a mais alta qualidade sustentável de vida humana. Dentro desta perspectiva, surge o manejo biológico que é a manipulação pelo homem dos recursos florísticos e faunísticos de um ecossistema, aplicando-lhes princípios ecológicos e respeitando as características naturais do ambiente, garantindo assim sua perpetuidade. Como exemplo, temos o corte de madeiras nobres, seguido de reflorestamento. Em se tratando de Brasil temos a criação em cativeiro de algumas espécies de animais selvagens, como o jacaré-do-papo-amarelo[2], a capivara[3], a cutia[4], os porcos-do-mato (caititus[5] e queixadas[6]) e muitas outras espécies tanto animal como vegetal. Em termos de mundo temos camelos[7], dromedários[8], renas[9], alces caribus[10], iaques[11] (uma espécie de bovino semi-selvagem), javalis[12] e muitos outros. Todas estas atividades constituem-se práticas rotineiras do manejo biológico e têm contribuído para proteção destas espécies, as quais vêm sendo ameaçadas de extinção pelo tráfico de animais silvestres (o terceiro maior tráfico do mundo), pela caça predatória e pela destruição dos habitats naturais. Este último, a destruição dos habitats, na forma de pecuária sem controle e ampliação da fronteira agrícola, talvez seja a maior ameaça à biodiversidade. O manejo biológico, portanto, nada mais é que a utilização pelo homem de espécies selvagens ou semi-selvagens (rústicas) de forma racional, trazendo benefícios mútuos ao binômio Homem-Natureza. Foi assim que se deu início ao processo de domesticação de animais e plantas que dependemos atualmente. Particularmente sou contra a caça e a captura de animais selvagens, como também do tráfico de animais selvagens, porém acredito que a maioria das pessoas que cria (não confundir com aquele que comercializa) estes animais não só os amam, como também os preservam. Os australianos, por exemplo, já resolveram o problema da extinção de seus marsupiais (cangurus[13] e coalas[14]) e de seus psitacídeos (periquitos[15], cacatuas[16]). Enquanto nossos cracídeos (jacus[17] e mutuns[18]), tinamídeos (zabelês[19], macucos[20], jaós[21], perdizes[22], inhambus[23]), columbídeos (asa branca[24], juritis[25] e diversas espécies de avoantes[26]) perecem nas nossas matas e capoeiras diante de burocracias tão típicas de órgãos regidos por legalismo positivo, freqüentemente contrários às leis da Natureza, exemplificados, entre muitos outros, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Este órgão termina por agredir os contribuintes sob o alegado pretexto de combater a agressão às brigas de galo e outras formas de agressão biológica através da aplicação de multas e detenções, ao invés de orientar e promover a conscientização social através do manejo biológico. Quem cria animais silvestres com o propósito de multiplicá-los em cativeiro para fins alimentícios, comerciais, combates ou seja qual for a razão, está contribuindo para a conservação da biodiversidade. Os órgãos de defesa da vida selvagem (IBAMA, Secretaria do Meio Ambiente, etc.) deveriam aproveitar o know how das pessoas que criam voluntariamente, unindo-se a elas, cadastrando-as e efetuando parcerias para que desta aliança possam livrar nossa biodiversidade da extinção, através da reprodução em cativeiro de animais selvagens e semi-selvangens como o galo de briga, a rolinha cascavel, o jacu, a jacutinga, o graúna, a saudosa asa branca, o canário da terra, o curió, o pintassilgo e muitas outras. É largamente conhecido na literatura que ?a conservação da biodiversidade deve ser paga?. Paradoxalmente, o que vemos são pessoas tirando de seus míseros salários consideráveis quantias para manter tais animais sob seus cuidados e proteção. Estas pessoas deveriam receber uma bolsa e orientação técnica de manejo biológico, por parte de órgãos como o IBAMA, buscando simular as condições naturais para sua procriação em cativeiro, objetivando a soltura de alguns exemplares na Natureza à medida que estes animais forem se reproduzindo. É o que atualmente está acontecendo com o curió. Nenhum criador que se preze tem interesse em criar curiós capturados na Natureza, pois, segundo estes criadores cadastrados, seus cantos não têm a qualidade daqueles que são obtidos através de cruzamentos em cativeiros. Estamos perdendo um material humano da melhor qualidade. Pessoas que fariam este trabalho com o maior prazer e dedicação, já que, mesmo vítimas de perseguição por parte das autoridades, elas continuam tentando manejar e conviver com estes animais. Contrariamente, o que estas pessoas recebem como recompensa por esta prática pioneira são multas, detenção e humilhação diante câmeras de telejornais populistas. Acredito que tais órgãos estejam tentando fazer seu trabalho conforme reza a Lei, porém, não acredito que estejam dando o melhor de si, já que é um órgão que deveria conhecer a marcante diferença existente entre preservação e conservação e assim, livrar-se desta visão equivocada. Está na hora do IBAMA e das Secretarias do Meio Ambiente de cada cidade reverem e atualizarem seus conceitos sobre a preservação (não tocar) e a conservação (manejar, procriar) de nossa biodiversidade, pois com o intuito de remediar (proteger), a cura pode acabar matando o paciente (nossa fauna). Isto quer dizer que em se acabando com as brigas de galo, estaremos acabando com os galos de briga, ou seja, estaremos sentenciando esta espécie ao seu fim biológico, pois a convivência desta espécie entre os seus membros é particularmente difícil. Existem muitos voluntários, os pequenos e grandes criadores, os galistas. Estas pessoas devem ser incluídas e não excluídas da sociedade.
Em virtude do aumento populacional e da crescente demanda de alimentos no planeta, o homem, através da seleção artificial, vem procurando ?melhorar? geneticamente animais e plantas, no sentido de maximizar sua produção e suculência. Como exemplos, temos o frango de granja que, aos 45 dias de vida (ou menos), encontra-se em condições de abate; as vacas holandesas (grandes produtoras de leite), o gado nelore (grande produtor de carne), além de suínos, caprinos, ovinos, e muitas outras espécies, manipuladas para propósito não-alimentício, tais como os cavalos (para corrida, salto, marcha, galope, tração, poder bélico); os cães (para caça, pastoreio, guarda, briga, ornamentação) e muitas outras. Nesta prática, o homem ?criou? diversas raças de animais para atender seus caprichos e necessidades imediatas, brincando de Deus, embora, muitas vezes, não passe de mero aprendiz de feiticeiro, ao olhar numa única direção, ao criar tais linhagens, aparentemente benéficas à curto prazo e maléficas à longo prazo, pois estas raças estão passando por um processo experimental humano (seleção artificial) e não pela seleção natural. Contudo, é imprescindível que ele conserve as raças selvagens ou semi-selvagens (rústicas) para que, num futuro próximo, possa recuperar a rusticidade das raças tradicionais, perdida ao longo de cruzamentos.
Raças rústicas como o galo de briga, o touro de arena (descendente dos antigos auroques; muito utilizados hoje em dia pelos espanhóis e mexicanos em suas arenas, devido a seu caráter agressivo, herdado de seus ancestrais), fazem parte do folclore de muitos países pelo mundo afora. Aliem-se a estes exemplos muitos outros como os porcos selvagens (caititus e queixadas), os cavalos pantaneiro (cujo casco é o único adaptado às condições de encharcamento), ou o algodão mocó (variedade arbórea e perene que até há pouco tempo era o mais cultivado no semi-árido do Nordeste brasileiro). Estas variedades são exemplos vivos de um patrimônio genético da melhor qualidade e estão sendo perdidas. Por terem passado pelo processo de seleção natural, tais variedades são altamente adaptadas às condições ambientais nas quais vivem, superando as doenças, os parasitas e até a baixa disponibilidade de nutrientes, além de outros desconfortos ecológicos nos quais seus descendentes atuais talvez não sobrevivessem. Portanto, quem cria animais rústicos está conservando a biodiversidade e cumprindo com sua cidadania, assim como sugere a Constituição Federativa do Brasil de 1988, conforme descritos nos incisos I e II do parágrafo 1o do art. 225, Capítulo VI, que trata do Meio Ambiente[27]. Nesses incisos constam que ?é obrigação do Poder Público e da coletividade prover o manejo ecológico das espécies e preservar a diversidade e a integridade do patrimônio Genético do País?.
Quem acha a briga de galo uma crueldade, demonstra louvável sensibilidade, não devendo assisti-la. Em conseqüência, não deve, por coerência, assistir não somente a briga de galináceos como também as humanas, tais como boxe, jiu jitsu, vale-tudo, brigas de rua, até mesmo as de deputados quando se reúnem no Congresso Nacional ?para defender os interesses do povo?. Todavia, as pessoas deveriam refletir mais sobre a marcante diferença entre a crueldade, típica da espécie humana, e as outras expressões naturais de agressividade, implantadas no programa genético e etológico de cada espécie. Devem também respeitar as pessoas que gostam, pois estas estão conservando uma raça muito rústica, que o homem pode lançar mão a qualquer momento, na tentativa de melhorar a rusticidade de seus plantéis. Com isto ele economizaria remédios, vacinas, rações delicadas, além de energia elétrica que é muito exigida pelos equipamentos que simulam as condições ideais de desenvolvimento para as raças atuais mantidas em confinamento. Pensemos, desde já, na crise energética futura. Devemos lembrar que quanto mais o homem prioriza ou seleciona a suculência de um fruto ou de uma carne, mais dependente ele se torna de produtos químicos e de condições ideais de desenvolvimento e, portanto, maior será sua chance de cair em risco de extinção.
O manejo de galos de briga gera muitos empregos diretos e indiretos (isto chama-se inclusão social) e movimenta elevadas cifras na forma de compra e venda destes animais, venda de remédios, vacinas, rações, além de petrechos artesanais e industriais de usos peculiares a estes animais de combate, tais como: bicos, biqueiras, luvas, tesouras, agulhas cirúrgicas e pequenas esporas de náilon (sem pontas). Acabando-se com as brigas de galo, estaremos também desempregando muitas pessoas (isto chama-se exclusão social) e enfraquecendo o mercado de milho, sorgo, arroz, girassol, aveia, ervilha, soja e muitos outros grãos e minerais usados no preparo da ração para estes animais.
A Natureza é agressiva, mas não é cruel. Talvez resida aqui a marcante diferença entre a agressividade humana e a dos galináceos em questão. A primeira manifesta-se de muitas formas como, por exemplo, pelos maus tratos ou pelos prolongamentos de agonia, quando populações humanas inteiras são arrasadas pelas guerras ou quando ignoramos crianças ou pessoas idosas e cansadas mendigarem pelas ruas, como se elas naturalmente fizessem parte da paisagem. Também constituem-se expressões da agressividade humana a aplicação diferenciada da lei entre os abastados e as populações de baixa renda. Este último tem diariamente sua dignidade agredida na forma de multas, impostos e detenção; ou quando verbas públicas são desviadas de seu destino-alvo, quando deveriam ser utilizadas para diminuir o sofrimento de populações que sofrem com os rigores das secas, enchentes ou epidemias, para atender a fúteis caprichos de políticos corruptos. Aqui, sim, temos algumas das personificações da crueldade humana. Já a agressividade dos galos de briga decorre como uma forma de proteger seus meios de subsistência como, alimento, água, áreas de dormida, proteção de fêmeas e locais seguros para a nidificação e criação da prole. Este conjunto de condições ecológicas traduz-se na sua territorialidade. Animais que não conseguem manter seus territórios têm seu fitness (ou potencial reprodutivo) comprometido e, por isto, não conseguem reproduzirem-se, por isso os galos de briga são tão agressivos, principalmente quando estão no seu território (terreiro). Para ficar mais claro ainda, devo acrescentar que a agressividade aqui é como uma forma de evitar que sua população supere a capacidade de suporte de seu ambiente ao atingir grande densidade populacional, que acabaria por diminuir suas fontes de recursos. Isto lhe causaria grande prejuízo e, conseqüentemente, o levaria à competição intra-específica (que é muito mais severa que a inter-específica) configurando-se em um estado lamentável de fome, definhamento e morte. É como se a Natureza, através de suas leis biológicas, na forma da seleção natural (e sexual), seleção de habitats, exclusão competitiva e, conseqüentemente, a fuga da competição, promovessem a dispersão geográfica dessa espécie como uma forma de preveni-la das extinções provocadas pela densidade como também pelas extinções episódicas locais (enchentes, terremotos, incêndios).
Assim, os galos de briga que outrora só existiam no Sudeste da Ásia, hoje encontram-se espalhados pelo mundo inteiro. Isto aconteceu, primeiramente, devido à dispersão natural que ocorreu como um reflexo de seu instinto agressivo. Posteriormente, graças à fascinação que este animal despertou no homem, tanto pela beleza de seu porte ereto e de suas plumas, como pela exuberância de seus combates, que mais se assemelham à execução de um balé. Estes atributos acabaram por ?enfeitiçar? o homem, o qual acabou por livrá-los da extinção, espalhando-os pelo mundo afora. Desta forma, a briga de galo na história da preservação e dispersão destes animais, em última análise, só veio favorecê-lo. Embora estes animais demonstrem, pelo menos nos primeiros vinte minutos de combate, nutrir uma espécie de prazer em agredir seus oponentes, tais combates são negativos ao nível de indivíduo (já que eles se machucarão), porém favorável à nível de espécie (pois terão seus genes imortalizadas pelo homem durante a seleção artificial).
Para reforçar a idéia do que está sendo discutido a respeito de conservação e de manejo biológico, e que talvez poucos saibam a respeito destes animais é que, para cada galo derrotado em combate, muitas vezes já existem centenas de descendentes deste para substituí-lo. Ao contrário do que muitos pensam, o galo de briga não é induzido a brigar. Dependendo das condições em que vivem, seus filhotes começam a brigar desde cedo, ainda quando são pintinhos, mesmo sendo irmãos. Foi observado que, ao contrário de outros animais, estes não travam combates sangrentos apenas em defesa de suas fêmeas ou de seu território, mas também pelo simples prazer de combater. Isto é facilmente comprovado quando, por exemplo, durante um torneio de brigas de galo, são reunidos em um determinado local, centenas de galos de várias cidades do país. Já que estão em um território neutro, por que e para que então eles lutam até se esgotarem? O que eles ganhariam com isto? Foi observado também que, quando privados dos combates por alguns dias, os galos de briga ficam muito agitados. Cantam, fazem ?roda? para si mesmos e batem as asas em demasia, como se estivessem lançando desafios aos outros da vizinhança. Dizem os criadores que quando estão se comportando desta maneira é sinal de que estão com muito ?fogo? (vontade de brigar). Como seu canto é único, só sendo entendido por um outro animal da mesma espécie, ele informa: ?sou um macho da espécie Gallus domesticus, em condições de reprodução, preparado hormonalmente para acasalar e constituir família. Tenho um território e algumas fêmeas. Quem por aí achar que pode tomar o que é meu, apareça e me enfrente?. Para as galinhas, que estão nos arredores, esta mensagem contida no seu canto invade seus cérebros e age como uma droga, seduzindo-as ou manipulando-as. De fato as galinhas respondem eufóricas a esta mensagem emitindo cantos peculiares, quando receptivas ao acasalamento. Já para os galos da vizinhança, a mensagem emitida trata-se de um desafio ou uma advertência de que aquele território já tem dono. Nas cidades interioranas, não é muito raro ver vizinhos discutirem por causa de galos de briga que, ao invadir o território (terreiro) do outro, matou ou baniu o outro dali. Por esta razão não se pode criar mais de um galo no mesmo território, a não ser presos. Os galos de briga não se suportam e, por esta razão, os criadores têm que desembolsar uma considerável soma em dinheiro para construir ?apartamentos? individuais para mantê-los isolados uns dos outros. Cada apartamento consiste de aproximadamente um metro cúbico. Alguns criadores podem ter mais de quinhentos galos e, portanto, quinhentas dessas acomodações, o que vem tornar este esporte muito caro para estas pessoas.
A intriga entre os galos é coisa muito antiga, é algo inteiramente natural que foi herdada de seus ancestrais. O homem não tem nada a ver com isto, a não ser ter preservado este instinto através dos tempos. Já que é um fenômeno natural, não deve ser proibido, pois não se deve bloquear um instinto ou qualquer forma de sentimento. Querer proibir as brigas de galo, é querer também proibir a Natureza de seguir seu rumo. Nenhum boi, jumento, cavalo ou mula escolhe ser escravizado pelo homem e trabalhar pesado carregando lenha, água ou puxando arado, porém dois galos preferem brigar a corteja as dezenas de galinhas que se encontram no mesmo terreiro. A propósito, vale a pena aqui parodiar o pensamento de Bacon, segundo o qual, a Natureza obedece apenas a si mesma e, por extensão àqueles que a ela obedecem. Inevitavelmente ela pune quem a contraria e violenta. O castigo pode tardar, mas nunca falha. Ela destrói represas que foram erguidas em oposição a seus princípios, trocando aqueles da hidrodinâmica pelos da hidrostática. Faz ruir prédios que foram edificados fora das leis da estática. A Natureza é muito mais forte do que a cultura e seus caprichos.
As leis da Natureza são irrevogáveis, ao contrário daquelas criadas por legisladores mortais e impostas por fiscais, alguns policiais e outros algozes do povo. Os ?Amantes da Natureza?, portanto, devem volver seus olhos para aquelas espécies ameaçadas de extinção, pois a espécie em questão está muito bem protegida. Idéias de querer proibir as brigas de galo por achar crueldade nisto, é hipocrisia, pois a maioria das pessoas é capaz de puxar o pescoço de um frango para dele se alimentar. Não consigo ver nenhuma diferença em se comer um galo que foi morto por uma pessoa ou que foi morto por outro galo. Por mais bem tratado que possa parecer um boi, um porco, um cordeiro ou um galo de briga, no dia de sua execução irá parecer crueldade, porém eu lanço um desafio a qualquer ?amante da Natureza? a avaliar o que lhe parecerá maior crueldade, um torneio de brigas de galo ou um dia de abate de porcos e bois, em que estes animais recebem choque elétricos nas nádegas enquanto caminham no corredor da morte em direção ao seu fim biológico. Eu respondo-lhes, as brigas de galo parecerão coisas de criancinhas. A propósito, alguém já viu em algum telejornal o abate de animais domésticos? Alguém já viu o sangue jorrar pelo chão enquanto os corpos dos animais são içados e esquartejados enquanto suas vísceras rolam pelo chão? Se depois desta cena você continuar ainda a consumir carne, meus parabéns, pois você realmente não tem a menor inclinação para o vegetarianismo. Se continuar achando que as brigas de galo ainda são violentas demais quando comparadas a tal espetáculo agourento, meus parabéns, pois você mente muito bem e tais mentiras parecem não ter limites.
Enquanto num torneio de brigas de galo, realizado durante três dias consecutivos, o número de óbitos durante os combates, não chega a 20 (vinte) indivíduos. Já num abatedouro de frangos, de porte médio, o número de óbitos é da ordem de 15 mil frangos em um único dia. Ao contrário dos galos de briga, estes frangos não tiveram nenhuma chance de lutar pelas suas vidas. E nós bem sabemos que todos têm o direito à vida e o dever de lutar por ela, pois é o bem mais caro de qualquer ser vivo. O que a imensa maioria das pessoas pensa a respeito das brigas de galos, e talvez isto seja reflexo de uma mídia irresponsável e populista, é que os galos são submetidos a combates sangrentos freqüentemente, que não é verdade. Se assim o fosse, seria realmente maltrato a estes nobres animais. Ora, cada galo pode custar entre cem e dez mil reais e isto é razão suficiente para não maltratar não só o animal, como também o próprio bolso. Na verdade, após completar um ano de idade, os galos começam a ser preparados para um possível combate. Eles são exercitados diariamente por um funcionário (tratador) e recebem uma simulação de combate com outro galo semanalmente (ambos com protetores de borracha apropriados). Todos os dias eles recebem banhos de sol, são levemente escovados, banhados, bem alimentados e abrigados da chuva e do vento durante a noite, para que finalmente, se tudo der certo, possa fazer um ou três combates durante o ano, com um adversário de mesmo peso e tamanho, de modo que o combate seja o mais justo e leal possíveis e evite esforços desnecessários aos animais.
Durante os combates existe um juiz que aplica imparcialmente uma espécie de regulamento. Um dos mais notáveis critérios para que um galo seja considerado derrotado é permanecer por alguns segundos fora de si, uma situação conhecida no boxe como ?grog?. Quando isto acontece, o juiz entra na rinha e retira a ave que está em desvantagem e o entrega gentilmente a seu dono, muitas vezes contra a vontade do dono e daqueles que apostaram neste galo. Porém, o juiz é bastante categórico e se defende dizendo que ?o regulamento foi feito para proteger a ave e não os interesses egoístas de apostadores?. Assim, raramente um animal morre em combate. Este é o modo pelo qual as populações de baixa renda encontram diversão no fim de semana. ?É o jokey club dos pobres?, como certa vez afirmou Machado de Assis. No entanto, na moderna sociedade capitalista em que vivemos, é tristemente sintomático constatar que, do pouco pão e circo disponíveis para as populações de baixa renda, há grandes interesses das autoridades em subtraí-los.
Muitas pessoas se perguntam como é que alguém pode gostar de um esporte como este. Um esporte no qual dois animais disparam golpes um contra o outro até que um seja eleito o vencedor. Muitos se defendem afirmando que é simplesmente uma questão de gosto. É bom lembrar que o homem nutre este tipo de paixão há séculos. Desde a Grécia antiga, quando os gregos inventaram as lutas entre gladiadores (gladus: espada). As espadas utilizadas eram de madeira e não implicava em combates mortais. Porém, foram os romanos que banalizaram este esporte para nutrir a crueldade de imperadores e divertir multidões. Portanto, é desde a Roma antiga até o moderno boxe, o vale tudo e a tradicional briga de rua, que muitas pessoas se sentem atraídas por este tipo de situação. Arthur Schopenhauer certa vez disse ?não conhecemos nenhuma partida mais séria do que aquela na qual a vida e a morte são os jogadores: toda decisão sobre a sorte desta partida é aguardada por nós com extrema tensão de espírito, com o maior interesse e o maior temor, pois, a nossos olhos, vale a pena esperar a decisão de quem vive ou quem morre?. A prova disto está largamente registrada nos nossos livros de história. Houve um tempo em que pessoas iam às praças para assistirem outras serem enforcadas, fuziladas, guilhotinadas, queimadas e empaladas. Não há espetáculo mais medonho do que uma execução, seja de um homem, de uma árvore, de um touro, de um cão ou de um galo. Gostando ou não existe em cada um de nós uma espécie de atração agourenta por estes episódios. Parece fazer parte da natureza de muitas pessoas. Para o biólogo e astrônomo Carl Sagan, um dos maiores divulgadores da ciência moderna, tudo isto ?são sombras de antepassados esquecidos que ainda se manifestam em cada um de nós?, ou seja, são resquícios de nossa natureza reptiliana, impressa no nosso complexo-R (estrutura mais interna do nosso cérebro que foi herdada dos répteis), responsável por nossa natureza territorialista, ritualista, agressiva, solitária, auto-afirmativa e cruel. Portanto, digníssimas autoridades, talvez o inimigo comum dentro de cada um de nós seja forte demais para ser reprimido ou destruído por um simples decreto.

P.S.: Segundo o biólogo (Especialista em Ornitologia e Primatologia), Dr. Aldemar Coimbra Filho (UFRJ), conhecido no Brasil e no Mundo, ao visitar João Pessoa e contemplar professores e alunos com uma palestra sobre Biodiversidade e Pesquisa Científica, apresentada no auditório do Departamento de Sistemática e Ecologia (DSE/CCEN/UFPB), a briga de galo não deve ser proibida, garantindo que, quem cria tais raças, está conservando e muito a biodiversidade. Segundo ele, o biólogo que pensar o contrário, seja por razões sentimentais ou qualquer outra, é um falso biólogo, não sendo digno deste título. Comentou ainda que ao visitar a Inglaterra, ficou indignado com a atitude daquele povo. Disse ele que, naquele país a briga de galo é proibida por lei, no entanto, a falcoaria (criação de falcões para caça) e a caça à raposa eram promovidas. Desta forma, concluiu que o povo inglês é extremamente hipócrita, pois quando dois galos estão brigando é por razões naturais, porém quando uma raposa foge das mordidas de cães ou tiros de espingarda é porque não lhe foi oferecida outra opção de sobrevivência.


[1] Professor de Ecologia, Agroecologia, Recursos Naturais Renováveis e Biologia Geral da Universidade Federal de Campina Grande
[2] Caiman latirostris
[3] Hydrochaeris hydrochaeris
[4] Dasyprocta aguti e Dasyprocta prymnolopha
[5] Tayassu tajacu
[6] Tayassu pecari
[7] Camelus bactrianus
[8] Camelus dromedarius
[9] Rangifer tarandus-caribou
[10] Rangifer tarandus-caribou
[11] Bos grunniens
[12] Susscrofa scrofa
[13] Macropus rufogriseus e outros
[14] Phascolarctos cinereus
[15] Melopsittacus undulatus
[16] Cacatua molusccensis e outras
[17] Penelope ochrogaster e outras
[18] Crax fasciolata e outos
[19] Crypturellus noctivagus
[20] Tinamus solitarius
[21] Crypturellus undulatus
[22] Rhynchotus rufescens
[23] Crypturellus tataupa e outras
[24] Columba picazuro
[25] Leptotila verreaux e outrasi
[26] Zenaida auriculata
[27] Constituição Federal de 1988, Capítulo VI, Do Meio Ambiente
Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
§ 1o Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:
I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;
II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético;


SUGESTÃO A PROTETORA DOS ANIMAIS QUE FEZ A MATERIA
SILVER 24/11/2009 01:35
silverio@siltec.com.br

Eu gostaria que a senhora fosse a minha casa e apanhasse 10 ovos, colocasse em uma chocadeira na sua pacata casa ( que deve ser cheia de pobres cachorros abandonados pela rua que a senhora leva pra cuidar), depois que os pintinhos nascerem eu lhe dou 2 opções, ou eu lhe prendo por maus tratos aos animais ou a senhora retira essa materia do ar e tudo que publicou contra a briga de galo, pois eles ja vao brigar desde pinto e ai começa a se ver a indole e o trabalho que se tem pra criar essas feras, vao crescer e as brigas vao aumentar, a senhora vai chegar em casa quando eles estiverem frangos e vai ter um morto e mais dois muito machucados, certamente um cego de um olho e o outro fechado pelos hematomas. soluçao: prender individualmente um por gaiola, a senhora vai fazer isso certamente, mas eles empurram a gaiola e vao brigar o que vai ser ainda pior pois essas feras batem até arrancar os dedos na gaiola e as pernas darem no osso e dai nao tem volta pois ficam mutilados, aleijados mesmo e eu lhe prendo por maus tratos a animais silvestres. A justiça mais forte é a da consciência, nao julgue sem consistência, conheça primeiro, analise e depois julgue. Esses animais sao extremamente violentos por natureza, nao sao feitos em laboratório e nao sao iguais aos galos da vóvó, os galistas sao verdadeiros conservadores dessa raça e dispensam grande carga de trabalho dedicação e despesas financeiras as suas criações o que nao causa dano qualquer a sociedade e muito menos aos animais.
Agora prove que é uma hipócrita me desqualificando por este comentário ou demonstre sua coerência e inteligência analisando o que lhe expus aqui.
Felicidades.


MASCULINO E FEMININO
EDSON 11/01/2010 18:00
incomax@bol.com.br

DRA GEUZA LEITÃO,achei seu dossiê bastante pesquisado e acredito que teve muito trabalho e dispêndio de tempo para chegar à estas conclusões,porém a atenção dispensada não foi de muita eficácia,pq nos pontos em que a sra cita as práticas de treinamento e regulamento,demonstrou desconhecimento e pré-conceito.Gostaria da gentilesa de lhe pedir para que NÃO JULGUE NEM DISCRIMINE PESSOAS QUE NÃO CONHEÇA E ASSUNTOS QUE NÃO DOMINE.Não vou lhe pedir para que nos compreenda,porque eu sinto que as pessoas femininas e afeminadas têm dificuldade em aceitar estes gostos masculinos,portanto acho perda de tempo de sua parte se dedicar à um assunto que a sua formação hormonal não lhe permite compreensão,e estas limitações não são exclusividade de vcs,por mais que eu tente,não consigo entender como uma pessoa possa ficar em posições desconfortáveis levando estucadas e sentindo prazer,coisas que sómente os horm^nios podem explicar,portanto não queira entender os dois milhões de galistas que devem possuir uma carga de hormônios masculinos maior por isso somos incompreendidos pelas fêmeas e afeminados.


VÍTIMA VIROU RÉU E OMISSOS
EDSON PATROCÍNIO 12/01/2010 18:22
incomax@bol.com.br

Cara GEÚZA vcs que se auto intitulam protetores de animais,estão invertendo as posições,os verdadeiros protetores e preservadores somos nós,que os criamos e zelamos por sua saúde e a perpetuação da espécie,não se esqueça quanto mais galistas surgir mais galos existirão e quanto mais pseudos protetores tiver mais próximo estará o fim da raça GALLUS GALLUS,pois quem se diz protetor,quando tem os galos em seu poder,sentem-se como se estivesse com uma pedra no sapato,quando não os sacrificam os CASTRAM portanto DRA GEÚZA os protetores somos nós e vcs são os verdadeiros predadores da espécie,ou seja RÉUS e nós vítimas deixem de hipocrisia.outra coisa que na minha opinião contribui bastante para esta situação de marginais ,que nos encontramos,se deve muito ao fato de nós galistas não nos defendermos não damos a cara,parece que acreditamos nas mentiras e armações que fazem contra nós,sejamos como queremos que nossos galos sejam nos combates,não omissos como temos sido,pq estamos parecendo galos que apanham de galinhas,ou homens que se deixam ser dominados por mulheres e pederastas(VITOR FASANO MIN.CARLOS MINC,RITA LEE)etc.Pessoas com recalques enormes,reclamam de discriminação e são os maiores discriminadores,nós galistas só não estamos extintos juntos com nossas aves,pq a renovação de jovens que aderem à esta atividade apaixonante é enorme,caso contrário teríamos sido vencidos pelo sexo frágil e aqueles que não se conformam pq não nasceram mulheres.Prezada GEÚZA sua luta é causa perdida,vc não imagina a quantidade de jovens que aderem à esta atividade a cada evento,por isso minha cara,a perpetuação da espécie está garantida .Obs.Não tenho nada contra os afeminados e a roqueira,citei-os apenas pq o ator VITOR FASANO homosexual assumido,´preside uma associação de criadores de aves de rapina da fauna silvestre brasileira,e a usa como fachada para vender para o exterior por preços vis aves da fauna nacional,fica tirando onda de bom moço,o min.CARLOS MINC,fica fazendo apologia ao uso da maconha e ao homossexualismo,e reclama de discriminação e a cantora RITA LEE a maior compositora de músicas com explícita apologia´`as drogas tem a cara de pau de reclamar de discriminação e levantar faixas de protesto contra nós galistas.toda lei que vai contra a cultura popular,não se consolidará,as pessoas que a sra chama de todo tipo de adjetivo pejorativo,quando são abordados nas rinhas as autoridades que foram escaladas para aquela missão,constatam que se trata de pessoas de ótima índole não possuem passagens pela polícia,têm residência fixa,família e trabalho,portanto preocupem-se conosco como nos preocupamos com vcs,obrigado.


Galofobia uma doença moderna
RonaldoC 02/03/2010 14:13
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Galofobia Uma Doença Moderna

Até pegarem o Duda Mendonça em uma rinha de galos no Rio de Janeiro, briga de galos era apenas uma atividade que foi proibida por lei no governo do Presidente Jânio Quadros e a maior parte da sociedade brasileira não tinham o menor conhecimento de que o galismo perdurava por todo esse tempo. Antes daquele evento, o combate ao galismo não passava de pequenas extorsões, no entanto, partir desse momento, incentivado pela mídia e entidades de proteção dos animais, vem sendo realizadas diversas incursões policiais em rinhas e moradias de criadores, mesmo a legislação brasileira não definindo, de forma clara e inconteste, a briga de galos como sendo crime, uma vez que a Lei aprovada no governo Jânio Quadros foi revogada pelo Presidente Tancredo Neves.
Provocado pelo sensacionalismo da mídia brasileira, que transformou essa atividade em um dos maiores inimigos do povo brasileiro, está se formando um seguimento da sociedade que acha que galo de briga bom é galo de briga morto. São pessoas criadas nos grandes centros urbanos e que não têm o menor conhecimento sobre o que é um galo de briga, sua história e sua utilidade para a humanidade e, também, não conhecem as pessoas que os criam e seus objetivos.
Esses ?galófobos? tentam justificar a necessidade de se banir os galos combatentes da face da terra, utilizando, entre outros, o argumento de que galos combatentes não existem e, na verdade, são galos comuns nos quais os galistas injetam hormônios, ou anabolizantes, ou foram modificados geneticamente para ficarem agressivos, não havendo, dessa forma, a necessidade da preservação da espécie.
Opiniões desse tipo são facilmente encontradas na internet e até em entrevistas dadas por autoridades policiais e, considerando que a falsidade das mesmas pode ser facilmente constatada lendo um bom livro de avicultura, se pode concluir que são levianas e tem como objetivo tentar justificar para a sociedade brasileira o extermínio em massa desses animais, eximindo de culpa os ?galófobos?, uma vez que a nossa Constituição prevê a obrigação do governo de coibir práticas que levem à extinção de quaisquer espécies (art. 225, §1º, VII diz que incumbe ao Poder Público ?proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade?).
O combate a briga de galos tornou-se uma catástrofe para os galos de briga, quando animais vêm sendo mortos das formas mais cruéis possíveis (cremados vivos, enterrados vivos, degolados e jogados em lixões, servidos como alimento em hospitais e presídios ou, simplesmente, deixados que morram de fome e sede, abandonados em zoológicos e hortos), já tendo havido casos em que até ovos sendo incubados foram quebrados pela polícia, na casa de um criador. A forma cruel como esses animais são mortos denota claramente o ódio e desprezo que os que se dizem seus protetores sentem pelos galos combatentes (?galofobia?).
Em virtude de manifestações contra o extermínio por parte de algumas autoridades jurídicas brasileiras, os ?galófobos? estão utilizando uma nova tática para promover a extinção dos galos combatentes, que é esterilização em massa dos animais aprendidos colocando-os para adoção. Tal prática de esterilização constitui uma afronta a nossa Constituição, por colocar a espécie em risco de extinção e também prática de maus tratos (mutilação), trazendo grande prejuízo, uma vez que os galos aprendidos nas rinhas são justamente os melhores e, consequentemente, mais aptos a serem utilizados na reprodução. São justamente esses animais superiores que contribuirão com suas aptidões (força, musculatura bem desenvolvida, rusticidade e resistência) para o melhoramento não só dos futuros galos de briga, mas, inda, para o desenvolvimento da avicultura de corte e postura, visto que galos de briga são utilizados na formação de novas linhagens com o objetivo de aumentar o ganho de peso e resistência a doenças, beneficiando economicamente a avicultura industrial e doméstica.
Um animal não esterilizado até poderia ser adotado para servir de reprodutor no cruzamento com galinhas comuns, tendo sido desse cruzamento, objetivando o aumento da resistência a doenças e ganho de peso, que surgiu a nossa famosa galinha caipira e, com cruzamentos direcionados, o galo índio gigante e demais raças de corte modernas.
Jamais se justificará a extinção dos galos de briga para acabar com as brigas de galos. Essa espécie, que segundo relatos históricos é a precursora das atuais raças de corte e postura, jamais deverá compor uma relação de milhares de espécies extintas anualmente na face da terra, somente para a satisfação dos galófobos.
O tempo mínimo de vida de um galo de briga é de dois anos, podendo chegar a mais de oito anos, a menos que seja apreendido pelo poder público, quando a probabilidade de ser morto chega a quase 100%, para deleite dos ?galófobos?. Quando um galo entra em uma rinha a probabilidade do mesmo não sair vivo é de, no máximo, 10%, pois se houverem cem galos em uma rinha, em média, vinte e seis brigarão, em função da dificuldade de se encontrar animais parelhos (mesmo peso e altura), sem contar que a probabilidade de um galo sair morto de um combate é de 10%, visto que as pelejas de galos são assistidas por um juiz que define o fim da mesma, assim que um dos animais não mais revidar às investidas do adversário. Ao fim do tempo regulamentar de 55 minutos estando ambos ainda combatendo a luta é dada como empatada.
As rinhas de galos podem parecer sem sentido e violentas, mas essas preservam o galo combatente intacto a mais de 5.000 anos desde a sua domesticação. Muitos países, inclusive de primeiro mundo, criaram leis que protegem esses animais, permitindo o funcionamento das rinhas dentro de regras que proporcionam o crescimento e desenvolvimento da espécie, evitando abusos que poderiam ser caracterizados como maus tratos.
Considerando que o primeiro relato histórico de brigas de galos no Brasil data do ano de 1530, já está mais do que na hora de haver uma discussão do assunto de forma científica, para definir-se o futuro dos galos combatentes brasileiros, pois se esse futuro ficar a cargo de ?galófobos? a espécie somente será encontrada em fotos de livros antigos.
Após ser domesticado e ter o seu habitat natural devastado, os galos de briga tiveram sua sobrevivência garantida graças à admiração que muitas pessoas (galistas) têm por suas magníficas qualidades. Sua força, seu destemor e sua beleza incomum encantam milhões de pessoas por todo o mundo e essas qualidades fizeram do galo combatente uma das espécies domésticas de maior sucesso, saindo da Ásia e conquistando todo o mundo civilizado, e em cada país foram criadas novas estirpes de galos combatentes que evidenciam os valores morais e culturais cultivados pela população local.
A ?galofobia? pode ser comparada à homofobia e ao racismo e é uma prática que não deve prosperar, pois não se pode combater um suposto crime com um verdadeiro crime.


ONGS ,QUADRILHAS ORGANIZADAS
EDSON PATROCÍNIO MG 25/03/2010 10:21
incomax@bol.com.br

Vou fazer um resumo , de quem são,quem se beneficia e o q/ fazem as ONGS,ambientais e de proteção de animais.P. quem criou as ongs? R. Algumas autoridades que dirigem o IBAMA,ministério público, judiciário e legisladores. P. Quem dirige as ongs? R. São pessoas ligadas à estas autoridades citadas acima,ex,esposas,filhos,funcionários de confiança dos mesmos. P. De onde vêm suas receitas? R. De doações,vindas de empresas privadas, particulares, dos governos, [federal,estadual e municipal] e de pessoas físicas. P. quem são seus ativistas ,q/ vão à campo,empunhar faixas ,e fazer volume no rebanho de manipulados,para dar consistência em seus movimentos? R. São pessoas com recalques de inferioridade,ou com rebordosa química,[advinda do uso de drogas na juventude],ou pessoas insignificantes,q/ são contra alguma coisa para tentarem deixar de serem nada. P. Como atuam? R. Criam fantasmas para fazer terrorismo, ex.Existem obras q/ serão feitas, q/ são impressindíveis para a população,como o RODOANEL em SÃO PAULO,usina do RIO MADEIRA em RONDÕNIA RO,transposição do RIO SÃO FRANCISCO no NORDESTE,obras de mineradoras como a VALE,PETROBRÁS,FOSFERTIL, agricultores de uma forma geral,etc, inventam alguma forma de paralisar as atividades ,pois têm o ibama e o ministério público nas mãos,para paralisar o q/ eles querem, para q/ os responsáveis pelas obras os procurem para conseguir as devidas licenças,q/ só saem quando é feito um [ACORDO] para doações milonárias para as ongs ,quando então as licenças são liberadas com facilidade,cumprindo ou não as exigências ambientais.Outra forma de atuação destas entidades,é criando leis proibitivas,através de pressão e atuação de seus membros no congresso nacional,para que funcione a INDÚSTRIA DAS MULTAS,proibindo atividades q/ eles sabem q/ nunca deixarão de existir, ex. multar agricultores por plantar em uma área desmatada,mesmo q/ não tenha sido o atual proprietário o responsável pelo desmate,multar pessoas por realizarem briga de galos,mesmo sabendo q/ se trata de cultura popular,q/ na carta magna diz q/LEIS NÃO PODEM IR CONTRA A CULTURA POPULAR,e mesmo sabendo q/ o galismo nunca vai acabar no mundo,pois não há nesse paìs uma só cidade ,vila ou currutela q/ não exista ao menos um galista,no entanto nos taxam de criminosos ,querendo nos incluir no artigo 32 da lei 9605/02/98,q/ diz claramente É CRIME ABUSAR ,CAUSAR MAUS TRATOS ,FERIR OU MUTILAR ANIMAIS ,portanto galistas não infringem esta lei ,quem a transgride várias vezes são as ongs q/ castram MUTILAÇÃO,ABUSAM,pq/ doam uma coisa q/ não é deles e MALTRATAM pq deixam expostos ao sol ofegando conforme foto acima,e mais uma série de atividades ,mas como o ministério público ,está com eles querem convencer a opinião pública q/ agricultores galistas etc. somos criminosos,mas na realidade o q/ querem é apenas os recursos obtidos com as multas,para negociarem melhor as doações dos governos,fazendo uma espécie de transferência eletrônica,população paga multas arbitrárias para o governo,o governo faz doações para as ongs,as ongs passam para seus criadores citados acima,e assim está completo o esquema criminoso. Espero q/ os leitores deste texto tenham compreendido minhas explicações,caso queiram esclarecer alguma dúvida meu endereço é  incomax@bol.com br OBRIGADO .


Querer Ajudar, e não sabe como.
Ruy Barboza 20/04/2010 19:07

Podemos ter vários pássaros engaiolados que não sejam silvestres, ?da nossa flora?, canário belga, por exemplo. Tudo bem, os canários da terra, os bicudos, os curiós, que eram comuns, mas o desmatamento os envenenamentos do solo da água, aniquilaram quase 100%, hoje conseguimos reproduzir todos em gaiolas ou viveiros, por isso temos e devemos agradecer aos criadores, legalizado pois através deles temos ótimos exemplares, que não conseguiria viver em liberdade, eu não sei a vossa idade, mas por respeito as pessoas mais velhas, lhe chamareis de Senhora, se quiser ficar mais famosa ainda, ajuda criar uma lei que ave nenhuma pode ficar presa, os criadores, os produtores de rações, as empresas que fazem gaiolas, ficariam muito mais felizes, só tem um detalhe, quem ficaria mais felizes mesmos, são as editoras e os fabricante de DVD, pois só ai as crianças iam ver e ouvir os pássaros cantarem.Talves seus netos.
Se solta relaxa, temos galistas que a senhora nem chega aos pés deles, uns humildes por demais, outros humilde com diplomas, que a senhora nunca vai ter,
Só a titulo de informação, pra qualquer outras categorias, quando esta brigando um galo que eu gosto, pode aparecer a mulher mais linda do mundo, continuo torcendo pelo meu galo, e na verdade se ele foi um bom lutador, levo pra casa curo suas feridas, e lhe dou a franga mais linda do terreiro, eu ate hoje nunca vi um galista desonesto, você não precisa ir cobrar de ninguém, você fica sentado e todos os que perderam vem ate você e te paga, te complementa e ainda recebe elogios.
Antes de gostarmos da briga de galo, nos gostamos do galo de briga, e se por acaso um galista der cano de R$ 5,00 de cinco reais ao outro, ninguém numa mais aceita jogo dele, a senhora conhece algum parente da senhora que é assim, ou político ou neste mundinho limitado por este tapa que vive. Na Africa tem abutre comendo criança, imagina a senhora conhecida internacionamente, pelo direito internacional dos direitos humanos. É brincadeira né tia.


muito prazer
MARCOS MATIAS (ENTRE FOLAHS-MG) 28/04/2010 15:33
marcosmatias31@yahoo.com

Muito prazer, sou brasileiro, solteiro, vinte e um anos, trabalho, estou cursando faculdade, namoro,jogo futebol, tenho mais de um amigo, tenho muitos defeitos, porém tento corrigi-los com minhas qualidades.
Agora essas qualidades que a senhora Geusa Leitão me atribui não sabia que possuia.
Personalidade doentia? Quem tem personalidade doentia são estes hipócritas que insistem em discriminar os que não tem vergonha de expressar sua cultura, voces que se dizem "protetores dos animais" nem sabem o que é proteger ou preservar. Os galistas lutam pela preservação de aves que perderam seu habitat e mesmo assim são perseguidos.
Mente doentia tem quem persegui e discrimina seu semelhante, mente doentia tem a senhora que discrimina cerca de dois milhões de galistas brasileiros. E ambiciosos são estes políticos corruptos que desviam o dinheiro público sem pena dos miseráveis que morrem a míngua nas filas dos hospitais públicos. Ou na opinião da senhora eles estão certos em meter a mão no nosso dinheiro?
Agradeço a senhora por esta avaliação psicológica não sabia que tinha uma mente doentia.

SOU GALISTA, NÃO SOU DOENTE MENTAL, NÃO SOU CRIMINOSO, SOU CIDADÃO BRASILEIRO E TENHO DIREITO DE EXPRESSAR MINHA CULTURA E MEUS COSTUMES. QUEM NÃO GOSTA DE BRIGA DE GALO É RESPEITADO POR MIM SÓ QUERO SER RESPEITADO POR VOCES.

COMPANHEIROS GALISTAS, NÃO SE INTIMIDEM, NAO SOMOS CRIMINOSOS, TEMOS O DIREITO A CULTURA, MOSTREM SUAS CARAS E O UNICO JEITO DE SAIRMOS DA ILEGALIDADE.


briga de galo
marcelo 29/04/2010 21:09
delta shamo@hotmail.com

Eu fico perprexiço quando o homen nao^tem nada para fazer. tanta jente passando fome tanta gente sem trabalho. tanta floresta desmatada olha a amazonia . todas as praias estao poluidas tanto bandido nas ruas . tanto imposto para os emprezarios e trabalhadores pagarem. hoje se ve um cachorro na rua todos se comovem tem ate programa de televisao . mas se uma criança vai numa lanchonete ou num bar qual quer.pedir um lanche ou pao ou comida e com certeza escurraçada do estabeleçimento. sao coisas que era para indignar toda as populaçao mais isso nao aconteçe porque e um problema social. e nao intereça a sociedade. voces estao preooculpados com briga de galo. senum combate algumperde a briga com certeza esse galo vai alimentar algumas pessoas carente que vai nas rinhas so para levar para casa carne saborosa que e a do galo combatente . esse e o meu recado. tente trabalhar em
prol dos outros. nao oprimir pessoas que gosta do esporte preserva as raças e sao oque sao nao ipocritas como a sociedade de vanpiros do brasil.














brigas de galos preservaçao
Pedro Abib 22/05/2010 22:34
pedro.abib@yahoo.com.br

estes chefes dessas Ong,nao sabe como e dificil criar
os galos combatentes;sobre esse aspecto eles sao anal
fabetos de pai,mae e parteira.


criação de galos
não 11/06/2010 16:53
paulao@hotmail.com
paulao@hotmail.com

olha tem um cara criando galos e galinhas no lado da minha casa e um saco esses bicho grintando e segundo eu li aque e em outros a policia ta proibindo esse tipo de criação, eu gostaria de dizer tambem que o cara ta criando tambem gato e cachorro sera que não dava para proibir isso tambem pois os bichos acoam dia todo e os gatos vivem cagando na horta.


BRIGAS DE GALOS
amigo do galo 14/08/2010 20:36

Gente, eu acho que as autoridades são muito competentes quando se trata de uma ipocresia dessas, porem são muito incompetentes quando se tratam de assuntos relevantes.
Não é concebível que altoridades competentes e inteligentes ainda não perceberam que os galos de briga são uma raçã atípica, pois é impossível crialas em total liberdade, porque sua genética é de agrecividades com as outras aves, portanto a competição entre as aves combatentes não é invenção do ser humanos, que apenas condicionam melhor os animais, regulamentam o peso a altura para que não ocorra a denominada prática de crueldade que se fosse na natureza certamente ocorreria, como na selva o mais forte vence.
Acho também que os ambientalistas que se dizem amigos dos animais não deveriam comer frango de granja, comer carne de espécie alguma e também tentar ajudar mais pessoas, seres humanos a sua volta que derrepente necessitam muito mais de ajuda do que os animais que estão muito bem tratados, coisa o governo e altoridades deveriam fazer com dinheiro público que anda dentro de cuécas e de malas por aí.


Parabéns aos protetores e autoridades sensatas!!
Eliza 11/11/2010 12:12

Para vcs q acham normal essa atrocidade eu pergunto:
Pq não brigam vcs?
Se matem se for o caso!!
Agora não venham dizer q os galos gostam disso pq é a mais pura hipocrisia!!
São seres irracionais,não tem escolha, são movidos pela cabeça, ignorância e maldade de seus donos!!
Graças a Deus essa lei idiota foi declarada inconstitucional!!
Galistas fdp, morram todos da mesma forma barbara como fazem com seus pobres galos!!


Vivemos em um país de ignorantes
Gilzão 15/11/2010 01:48

É um absurdo, em pleno século XXl, pessoas defenderem a prática da briga de galo. É um crueldade sem limites contra os animais, além de ser crime tbém no Brasil.
É uma pena que as autoridades fazem vistas grossa diante da situação, talvez pelo fato de muitos delegados, sargentos, juízes, etc tbém serem adeptos a essa barbária.
Já que esse tipo de atividade é prazeroza para quem assiste, eu gostaria de sugerir uma nova modalidade para substituir : Vc pega 2 pessoas que se odeiam, coloca ambas em uma jaula fechado, e dá uma faca pra cada um, e deixa até um matar o outro. Pelo menos, vc vai estar assistindo uma luta de dois animais totalmente irracionais.

Vamos combater essa prática ! faça como eu, denuncie !


na contra mão da lei
edson estevam mescua 09/02/2011 15:26
edsonmescua@gmail.com

A dra. GEÚZA LEITÃO ESTÁ NA CONTRA MÃO DA LEI E DA HISTÓRIA !Pois ela como promotora de justiça,tem a obrigação de conhecer as leis,no parágrafo primeiro artigo 215 da constituição federal diz com todas as letras O ESTADO PROTEGERÁ,APOIARÁ E INCENTIVARÁ AS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS E O FOLCLORE POPULAR,portanto a sra. DOUTORA GEÚZA LEITÃO ,além de não cumprir com suas obrigações profissionais,ainda é uma fora da lei,criminosa e mal caráter pois tenta enganar a população, dando interpretações pessoais ao projeto de lei 9605 de 12 fevereiro da 1998,do seu artigo 32,onde em momento nenhum diz que é crime briga de galos,mas a ilustríssima representante do ministério público,insiste em afirmar que galismo é crime,e lhe faço um desafio se briga de galos é crime mande me prender pois sou galista assumido,ou me aborde na justiça para provar que a senhora sim está cometendo um crime de não seguir o que lhe manda a constituição! Um aviso aos magistrados,e ao ministério público, as leis são o que está escrito e não o que gostaríamos que fossem,portanto deixem de perseguir inocentes que pensam diferente de vocês ,para ganhar dinheiro das ONGs e do SISNAMA sem trabalho por isto e vão fazer jus ao salário que recebem do estado ONDE DEVEM OBEDIÊNCIA ,OBRIGADO:


PERSONALIDADE DOENTIA
EDSON ESTEVAM MESCUA 15/02/2011 08:55
edsonmescua@gmail.com

Personalidade doentia têm dra. GEÚZA LEITÃO, pessoas que têm o privilégio de se tornarem bacharéis em direito,passar na prova da OAB,serem aprovadas no concurso para se tornarem autoridades do privilegiado MINISTÉRIO PÚBLICO,recebendo salários e privilégios invejados por quase toda a população,e ao invés de combaterem os crimes e os criminosos,se unem em verdadeiras quadrilhas que são as ONGs ambientais,para extorquir empresas públicas e privadas,usando de toda uma organização criminosa,e dos poderes que possuem para aí sim cometer um crime,[JOSÉ SARNEY criou o SISNAMA [que recebe as verbas das multas e licenças ambientais e as repassa para entidades que eles do SISNAMA decidam quem é merecedor de tais recursos,SARNEY FILHO se tornou presidente do PARTIDO VERDE,O PV CRIOU AS ONGS.de onde têm total controle e são por leis duvidosas credenciadas à receberem [DOAÇÕES DO SISNAMA],autoridades como a senhora dra. GEÚZA LEITÃO se tornaram dirigentes destas ONGs como a UIPA [união internacional de proteção aos animais]na qual a senhora é dirigente ,aí o processo de transferência de recursos se dá da seguinte forma,AUTORIDADES DIFICULTAM AS LICENÇAS E FORÇAM MULTAS AMBIENTAIS [POIS TÊM A CANETA NAS MÃOS],O SISNAMA RECEBE E REPASSA TAIS RECURSOS ÀS ONGS, COMO A UIPA QUE A SENHORA DIRIGE RECEBEM TAIS RECURSOS E OS DESTINAM À PROJETOS SEM FISCALIZAÇÃO NEM COMPROMISSOS COM RESULTADOS OU SEJA À SEU BEL PRAZER. Portanto dra. GEÚZA LEITÃO , a senhora sim tem PERSONALIDADE DOENTIA,porquê apesar de todos os privilégios,benefícios ,remuneração finaceira e status que seu cargo lhe oferece,ainda se envolve em crimes e fica perseguindo GALISTAS como eu para,dar notoriedade e justificar a existência de suas organizações criminosas,usando-nos como BODE EXPIATÓRIO!


Galismo não é cultura ultrapassada
RonaldoC 16/02/2011 10:19
ronaldo.aerolev@yahoo.com.br

Galismo não é ?Cultura Ultrapassada?

Fiz contato com uma entidade protetora dos animais e questionei sobre as providências que aquele órgão estaria tomando a respeito dos vários massacres de galos combatentes praticados pelo poder público.
Junto com o meu questionamento, forneci várias informações que esclarecem de forma científica a importância desses animais para a avicultura moderna, conforme pareceres de biólogos, ornitólogos e outras autoridades no assunto, no Brasil e exterior.
Recebi a resposta de um funcionário que, além de ignorar totalmente o meu questionamento, apresentou o argumento de que galismo é uma cultura ultrapassada que precisa ser banida da face da terra e as pessoas precisão serem conscientizadas de que os tempos mudaram e aqueles que gostam do galismo devem buscar outras formas de entretenimento.
Não vou dizer que fiquei decepcionado, pois eu já esperava algo desse tipo, pois estou cada vez mais convencido de que muitas dessas entidades não têm o comprometimento que deveriam ter com o bem estar dos animais ou então eles acham que os galos sacrificados não os são. Quanto à sugestão de mudar de hábitos, por achar que o galismo é uma cultura ultrapassada, acho que aquele companheiro está querendo mandar o livre arbítrio e a democracia para as ?cucuias?, sem contar que, sendo ele representante de uma entidade de proteção aos animais, deveria analisar o assunto visualizando não só o bem estar, mas, ainda, a preservação das espécies a fim de manter a biodiversidade.
Galismo não é cultura ultrapassada, pois está em consonância com a nova onda ambientalista atualmente difundida, sendo uma atividade que contribui com biodiversidade preservando uma espécie animal única, pois se o galo combatente não fosse criado sob o regime de competições durante vários séculos, esses não mais existiriam em função da destruição de seu habitat natural e de sua miscigenação com outras espécies de galináceos de manejo mais fácil.
A perseguição ao galismo atualmente praticada é uma verdadeira catástrofe para a espécie galo combatente, pois além dos vários massacres praticados pelas autoridades policiais e poder público, está ocorrendo um desincentivo à criação dessas aves, uma vez que os criadores são pessoas honestas, pais de família, e não querem ser tratados como bandidos e, conseqüentemente, muitos encerraram seus trabalhos de seleção causando um grande prejuízo genético à espécie e a colocando em risco de extinção.
O galo combatente é importante na formação de novas linhagens de galinhas de corte e postura. Seu arcabouço muscular exagerado e sua rusticidade vêm sendo utilizados para o desenvolvimento de novas linhagens aprimoradas que são essenciais para a redução do custo de produção com a diminuição do uso de remédios e consumo de rações, beneficiando, principalmente, as criações rústicas que ocorrem nas áreas mais remotas onde os recursos são escassos. Nesses locais, criadores domésticos procuram galistas para adquirir galos combatentes para serem utilizados na reprodução com galinhas comuns e desses cruzamentos nasceu a nossa galinha caipira que atualmente está em vias de extinção pela introdução de linhagens estrangeiras mais produtivas, mas que também são frutos de cruzamentos cientificamente direcionados com linhagens combatentes.
As rinhas de galos podem parecer cruéis e sem sentido, mas essas são a razão de existir dos galos combatentes. Se não fossem as competições que atraem milhares de pessoas os galos combatentes já estariam compondo uma lista de raças domésticas extintas por não mais servirem aos interesses dos seres humanos, como aconteceu com várias raças de porcos como os canastras, piaus, tutus, pirapitinga que foram trocadas por raças estrangeiras de maior produção de carne. Com o galo de briga isso não aconteceu, pois as rinhas mantêm a espécie intacta a milhares de anos desde a sua domesticação. Cabe ressaltar que inicialmente a domesticação das galinhas se deu com fins de entretenimento (combate).
A rinha também exerce um papel importante de cunho social, pois é o único local em que pobres, ricos, homossexuais, negros, brancos, novos e velhos estão juntos fazendo exatamente a mesma coisa e com as mesmas chances de obter sucesso ou não, podendo ser considerado o espaço mais democrático do mundo. Em função da repressão que impede ou reduz a renovação dos galistas, a média de idade dos freqüentadores está em torno de quarenta e cinco anos e, facilmente, encontramos senhores com mais de setenta, os nossos queridos ?galistas velhos? respeitados e admirados pelos mais jovens e totalmente integrados ao grupo, coisa que dificilmente ocorre em qualquer outra atividade coletiva.
O galismo também é uma cultura que produz recursos financeiros através de gastos com rações de primeira linha, grãos diversos, verduras, frutas, vacinas, remédios veterinários, passagens aéreas, transporte aéreo de animais vivos, hotelaria, restaurantes, e muitos outros, sem contar a geração de mais de um milhão de empregos diretos destinados aos tratadistas.
No meu entender pode ser considerada uma cultura ultrapassada o atual desrespeito aos direitos constitucionais do cidadão brasileiro o qual os galistas estão sofrendo, quando o poder público invade nossas casas, apreende de forma irregular os nossos animais sadios e os matam para que fiquem protegidos de um suposto mau trato. Galistas que não freqüentam rinhas (criadores de aves exóticas) são tratados da mesma forma tendo suas criações dizimadas. Aves são cremadas vivas, enterradas vivas, esterilizadas, servidas em zoológicos como alimento para outros animais, degoladas e até ovos sendo incubados são quebrados, tudo em nome da proteção contra maus tratos.
Podemos, ainda, classificar como cultura ultrapassada:
- a opressão aos galistas, imposta pelo poder público e falsos protetores dos animais, por esses praticarem uma cultura nacional e mundial milenar e que é a responsável pela preservação da espécie galo combatente;
- a difamação dos galistas pelos meios de comunicação com a publicação de informações mentirosas e sensacionalistas com o objetivo de formar opinião contra o galismo, aumentar a audiência de emissoras de TV e justificar os milhões gastos pelo poder público brasileiro para perseguir criadores de galinhas;
- a afronta à nossa Constituição Federal praticada pelo poder público, através da repressão a uma atividade que, conforme já definido em decisões judiciais existentes (jurisprudência), não é crime;
- a invasão da moradia de criadores por policiais que não tem o mínimo conhecimento sobre a natureza e manejo dos galos combatentes e se apegam a detalhes ridículos para incriminar os galistas, sendo esses beneficiados pela falta de clareza da Lei que versa sobre maus tratos e pela condição humilde da maioria dos galistas;
- a carnificina que ocorre durante as apreensões, quando vários galos são colocados juntos e brigam até ficarem totalmente mutilados e são deixados em algum zoológico ou órgão público para que morram de fome e sede ou manejo inadequado;
- as extorsões sofridas pelos galistas em conseqüência da criminalização de uma cultura nacional;
- o desrespeito às minorias praticado pelo governo brasileiro e entidades de proteção, podendo a perseguição ao galismo ser comparada ao racismo e homofobia.
Os galistas brasileiros não querem uma simples liberação das brigas de galos, mas, sim que esta seja feita de forma regulamentada por uma lei de proteção. Muito já foi feito nesse sentido pelos próprios galistas, através de medidas tais como a redução do tempo dos combates, não mais utilização de esporas de alumínio (somente de plástico e descartável) e decisão dos combates de forma mais rápida. Tais medidas reduziram a menos de 10% a possibilidade de morte da ave durante e após o combate.
A natureza dotou o galo combatente instinto guerreiro e uma morfologia adequada ao combate e não será nenhuma lei humana que mudará isso. É combatendo que essa espécie evolui e na natureza isso ocorria sem a intervenção humana. O homem viu o galo combater livremente e se encantou com a valentia, destreza e a beleza incomum dessas aves, passou a criá-las, e com isso surgiu a necessidade de que a espécie continuasse evoluindo dentro de sua principal característica que é o combate e foi assim surgiram as rinhas de galos que perduram por mais de 5.000 anos.
Não adianta tentar tampar o sol com a peneira. Inventar justificativas chulas e sem fundamento para acabar com o galismo só vai prejudicar a espécie, podendo até causar a sua total extinção. Só existe uma forma eficiente de proteger os galos combatentes de maus tratos que é a criação de uma lei de proteção que permita o funcionamento das rinhas dentro de regras estipuladas pelo governo e exija o cadastro dos galistas e criatórios, conforme já foi feito em vários países, inclusive de primeiro mundo.
Cultura moderna é ser inteligente, realista e respeitar os direitos de todos, inclusive os dos galos combatentes.



So Para LEMBRAR
Fabio Prezinhas 20/03/2011 21:42
prezinhas@yahoo.com

So para LEMBRAR aos protetores de plantao...

E os...

Rodeios , onde um marmanjo munta em um boi ou um cavalo com um sedem e uma espora boa travada e afiada !!!

As corridas de cavalos , Jqueis com chicotes batendo a vontade para os cavalos correm mais e mais ...
Ipismo
Polo a cavalo
pega do garrote
vaquejada
Ipismo rural
ate mesmo os passeios a cavalo...
Prova de tambo....
Laco de bezerro...
Laco em dupla ...

Pescaria ... Olha pescaria onde se joga um anzol na agua e os pobres dos peixes sao fisgados , quer crueldade maior e ainda se chama pescaria esportiva ... Enfie um anzol em sua boca e depois tenta tirar, mas sem ir ao medico...

Criacao de galinhas poedeiras
Criacao de frango para abate
criacao de porcos e gado para abate
Criacao de coelhos para o abate
criacao de rah para abate
criacao de carneiro para o abate
Peixes ornamentais, onde na maioria se morre de fome
castracao de cachorros
castracao de gatos

poderia citar aqui muitas outras praticas realizadas com animais que eu julgaria como crime, pois tem a acao direto do homem contra o animal crimes de maus trato ao animal ...
Porem nem uma destas entram como como crime ambiental e ou maus trato ao animal ... Voce poderia me falar o porque ??? Porque soh a briga de galo e crime ???
Bem eu te falo o porque ...
Porque estas praticas todas citadas ai acima quem pode patrocinar sao as pessoas com um poder aquisitivo maior , logo isto nao eh crime ...

Bem sou galista , vivo na Inglaterra e levo os meus galos para brigar em France onde a briga de galo eh legal movimenta muito dinheiro aumenta o mercado de trabalho e eh um Pais de Primeiro Mundo!!!

Agora soh para terminar ....

Primeiro tenta acabar com a corrupicao do Brasil , com a falta de estrutura familiar , com o nivel de analfabetismo, com as criancas nas ruas e depois venha me falar de briga de galo , voces ambientalistas de plantao , querem ibope para se candidatar a alguma coisa , galista em geral soa trabalhadores , pais de familia que de uma forma bem simples tentam ter algum hoby ... ou sera que hoby de pessoas simples tem que ser somente o futebol ???

Outra coisa julgar todos os galistas como criminosos, acredito que voce esta se excedendo quem sabe algum ai no Brasil nao se anima em te levar para o tribunal por calunia, enjuria, defamacao e descriminacao ....

Perca o seu tempo mandando carta para melhorar a educao em nosso Pais ...

Passar bem .



Falsa Moral
Jose Alberto 15/06/2011 12:19
eloconta@oi.com.br

Zé Alberto de Aracaju Se

Muita gente devora aos domingos um franguinho de granja, assado. Alguns até com uma cervejinha. Esporte ou Crime ?


brigas de galos
anderson 21/06/2011 23:31
andersondutra2009@hotmail.com
andersondutra2009@hotmail.com

nos não samos criminosos, criminosos são aqueles que apreendi nossas aves e esterminam ou então dão vivas para jacares e onças comerem, aqui no norte a policia e o ibama fizeram isso apreenderam aves e depois deram elas vivas para jacares